
Segunda a sexta, das 11h30 às 15h
Sábado, das 12h às 16h30
Domingo, fechado
Não se espante se você trabalha há tempos na região da rua Treze de Maio e nunca se deu conta desse restaurante. É que ele fica escondido dentro da Associação Sabesp, em meio às quadras de vôlei de areia e de tênis. No portão, que fica aberto para pedestres e carros, um banner discreto informa sobre sua existência. Entre sem cerimônia e siga em frente: o Osakaya fica no fim de um comprido corredor, em cima da estação de água que abastece bairros das zonas central e sul de São Paulo.
Sem firulas, o salão está sob uma grande tenda de plástico. Aos fundos, o balcão da cozinha fica a postos à espera do seu pedido. No esquema de “buffet express”, como a própria casa classifica, o cliente escolhe o tamanho e os componentes da refeição e um atendente monta o prato.
A versão P (R$ 36), por exemplo, servida num bowl, inclui uma base, que pode ser gohan (arroz japonês) ou macarrão chow mein, um principal e um acompanhamento. Já a porção G (R$ 48), para pessoas famintas, é servida num bowl e num prato, e dá direito a uma base, dois principais e dois acompanhamentos.
A oferta de pratos principais varia de acordo com o dia, mas o orange chicken, que é o queridinho da clientela, tem espaço cativo no menu. Frango teriyaki, salmão grelhado e tonkatsu suíno também têm chances de aparecer. Entre os acompanhamentos, legumes refogados, takoyaki (bolinho de polvo), guioza, nikuman (pão de carne no vapor), entre outros. O missoshiru é à vontade.
O Osakaya não faz sobremesas, mas oferece pedidas da Doce Alice, como cookies (R$ 18), banoffee (R$ 23) e bolo red velvet (R$ 25), para quem não abre mão de um docinho depois do almoço. Outra alternativa é caminhar 400 metros até a Japan House, instalada ali no comecinho da avenida Paulista, para comer um doce com ótimo café no Aizomê Café.













