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É tempo de caju! Aproveite a temporada da nossa fruta favorita em pratos e bebidas
25 Sep 2026
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De receitas salgadas a drinques e sobremesas, selecionamos boas pedidas em bares e restaurantes paulistanos

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Não é segredo para ninguém que nossa fruta favorita é o doce e suculento caju, típico do nordeste brasileiro. Com a chegada da primavera, temos mais um motivo para saboreá-lo: é justamente entre setembro e novembro que acontece o pico de sua safra. Perfumado, carnudo e dono daquele equilíbrio delicioso entre doçura e acidez, ele ainda mostra uma versatilidade e tanto na cozinha e no bar. Pode virar ingrediente de pratos salgados, aparecer em sobremesas ou emprestar seu sabor a coquetéis e outras bebidas. Para celebrar a temporada e, claro, fazer uma homenagem ao nosso fruto preferido, selecionamos endereços em São Paulo que colocam o caju no centro de receitas que merecem ser provadas.

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Cuia (Edifício Copan) | Avenida Ipiranga, 200, loja 48 - República

Na cozinha sem fronteiras de Bel Coelho, ingredientes brasileiros encontram técnicas de diferentes partes do mundo e o caju não fica de fora. Instalado dentro da livraria Megafauna, no térreo do Edifício Copan, o Cuia traz entre as entradas o tempurá de lula na tapioca com ponzu de caju (R$ 49), uma releitura de inspiração japonesa que ganha sotaque brasileiro tanto na crosta quanto no molho cítrico que acompanha a lula. A fruta também foi parar na coquetelaria da casa. Criado pelo mixologista Alex Mesquita em parceria com Bel e a equipe do bar, o Restinga (R$ 48) combina caju, rum, Cynar e bitter de cacau, em um drinque de perfil terroso e frutado. São duas maneiras bem diferentes de provar um ingrediente que combina com a proposta do Cuia: uma cozinha contemporânea que pesquisa e valoriza a biodiversidade e os sabores brasileiros.

Crédito: Laís Acsa/Divulgação

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Jesuíno Brilhante | Rua Arruda Alvim, 187 - Pinheiros

O jornalista potiguar Rodrigo Levino traz sabores de sua terra natal para seu Jesuíno Brilhante, instalado num sobrado pertinho do Hospital das Clínicas. O cardápio reúne receitas e ingredientes que agradam os fãs de comidas que têm a cara do Brasil, do bolinho de arroz vermelho do sertão (R$ 27) à carne de sol (R$ 64), que pode vir com macaxeira e feijão-de-corda. Neste roteiro, porém, o destaque vai para a sobremesa: a compota de caju com queijo coalho assado (R$ 25), que aposta em uma combinação bem nordestina, colocando lado a lado a doçura da fruta e o sabor do queijo tostado. E dá até para começar a homenagem ao caju antes: entre as bebidas, a casa serve a autêntica cajuína (R$ 14). Para quem quiser fazer uma refeição completa, há pratos do dia e também os chamados bornais, em que o cliente escolhe uma mistura e dois acompanhamentos.

Crédito: Helena Rubano/Guia Caju

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‍Mocotó (Vila Leopoldina) | Rua Aroaba, 333 - Vila Leopoldina

Com os pés fincados no sertão e os olhos abertos para o mundo, como gosta de definir o chef Rodrigo Oliveira, o Mocotó combina receitas sertanejas e uma boa dose de criatividade. Fundada em 1973 por José de Almeida e hoje comandada por seu filho, a casa matriz nasceu na Vila Medeiros e ganhou outros endereços pela cidade, em bairros como a Vila Leopoldina e, mais recentemente, a Vila Clementino. Para este roteiro, nossa escolha tem nome perfeito: a refrescante salada do cajueiro (R$ 59,90), que combina caju com folhas verdes, queijo da Serra da Canastra, castanhas torradas e molho de mel e pimenta. A moqueca sertaneja (R$ 129,90) é outra opção que valoriza nossa fruta preferida, preparada com cozido de caju, banana-da-terra, maxixe e abóbora, e servida com mix de arroz vermelho, farofa de castanha e coco queimado. Dá para completar a mesa com clássicos como os dadinhos de tapioca (6 unidades, R$ 28,90) e o baião de dois (a partir de R$ 39,90, o tamanho míni).

Crédito: Thainá Prado/Guia Caju

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Panelão do Norte | Rua Namaxi, 155 - Penha

Mesa cheia, travessas para compartilhar e sabores nordestinos dão o tom do Panelão do Norte, onde até a decoração entra no clima, com xilogravuras pelas paredes e uma imagem de Padim Ciço. Para reunir a turma, uma das pedidas é o baião de dois especial (R$ 175), que serve até quatro pessoas e chega acompanhado de quatro bifes de carne de sol, queijo coalho assado na chapa e mandioca cozida na manteiga. Dá para abrir os trabalhos com o bolinho de jabá (5 unidades, R$ 45) e, para brindar, é o caju que entra em cena: a caipirinha Sertão combina a fruta com maracujá e capim-limão (a partir de R$ 29, a depender da bebida escolhida como base). Quem estiver em busca de uma refeição mais comedida pode conferir os pratos executivos, como o de contra-filé (R$ 45), com arroz branco, fritas e salada. Para fechar, prove a cocada cremosa (R$ 28), acompanhada de sorvete de creme.

Crédito: Helena Rubano/Guia Caju

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Tantin | Rua dos Pinheiros, 987 - Pinheiros

No Tantin, a informalidade das mesas na calçada e da cerveja de garrafa servida no copo americano encontra uma cozinha que vai bem além dos petiscos de boteco. Quem comanda as panelas é o chef Marco Aurélio Sena, que passou por restaurantes como Komah, Cór e Me Vá antes de abrir a casa. Entre coxa creme, arroz Maria Isabel e outros pratos de sotaque brasileiro, o caju também conquistou seu espaço no cardápio. A salada de caju com queijo coalho e mix de folhas (R$ 50) combina a fruta com tomatinhos, castanha-de-caju e molho de cítricos, em uma pedida fresca que ainda ganha o sabor tostado e salgado do queijo. Para quem quiser prolongar a visita, vale começar com a famosa coxa creme (R$ 20), recheada com frango assado, batata, queijo e milho-verde, e terminar com o brigadeiro cremoso da Rosinha (R$ 24), finalizado com xerém de caju e morango.

Crédito: Helena Rubano/Guia Caju
Destaque da semana
É primavera chegando! 5 lugares para comer bem em parques de São Paulo
18 Sep 2026
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‍Entre um passeio e outro, selecionamos endereços para curtir a gastronomia em meio à natureza na cidade 

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Aos poucos, os dias ficam mais longos, as temperaturas sobem e a primavera, que começa em 22 de setembro, é um ótimo convite para trocar os ambientes fechados por algumas horas ao ar livre. E tudo fica melhor quando a gente combina o passeio com boa comida, né? Espalhados pelos parques de São Paulo, restaurantes, cafés e quiosques transformam uma caminhada no meio do verde em programa gastronômico, seja para tomar um café sem pressa, fazer um almoço caprichado no meio da semana ou simplesmente beliscar alguma coisa entre uma volta e outra. Para aproveitar a nova estação, selecionamos cinco lugares onde natureza e mesa dividem o mesmo passeio.

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Horto Florestal | Avenida José da Rocha Viana, s/n - Horto Florestal‍

Passear pelo Horto Florestal pode começar com café da manhã e terminar em almoço, tudo sem precisar deixar o parque. Instalado próximo ao Portão 4, ao lado do campo, O Velhão tem uma cafeteria e um restaurante, cercados pelo verde. Aos sábados, domingos e feriados, a manhã começa com café colonial (R$ 68 por pessoa), servido das 8h às 12h em sistema de bufê à vontade, com bebidas, diferentes tipos de pães e bolos. Para quem prefere esticar o passeio até o almoço, o restaurante trabalha com bufê liberado (R$ 49,90), além de pedidas que variam conforme o dia, a precinhos camaradas. Às quartas-feiras, por exemplo, tem prato feito de feijoada (R$ 30). Durante a semana, a cafeteria abre a partir das 7h, uma boa opção para tomar um cafezinho antes de explorar as trilhas e áreas verdes do Horto e partir para o trabalho.

Crédito: Reprodução

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Jardim Botânico | Avenida Miguel Estéfano, 3031 - Água Funda

Depois de percorrer os caminhos verdejantes do Jardim Botânico, dá para prolongar o passeio à mesa no Bromélia Gastronomia, restaurante instalado dentro do parque. A casa abre diariamente para o almoço, a partir das 11h30, e recebe pedidos até as 16h30, um horário camarada para quem prefere explorar o verde primeiro e comer depois. Para começar, dá para dividir o ceviche (R$ 44), feito com cubos de saint peter marinados com cebola-roxa e pimenta, ou a porção de minipastéis variados, com recheios de carne ou queijo (6 unidades, R$ 44). Entre os pratos executivos, há omelete recheado (R$ 49), em versões como pizza, duo de cogumelos ou bacon com queijo, além de bife ancho ou baby beef grelhado (R$ 74), servido com molho de mostarda, e o filé de saint peter grelhado (R$ 72) ao molho cítrico. Os pratos executivos vêm com dois acompanhamentos, à escolha, de arroz e feijão a purê de batata-doce. Uma parada estratégica para descansar as pernas e completar a visita ao Jardim Botânico com um almoço sem pressa.

Crédito: Reprodução

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Parque Ibirapuera | Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana

No Parque Ibirapuera, cartão-postal da cidade, duas pedidas permitem combinar o passeio pela natureza com boa comida. Próximo ao Portão 5, o Bottega Bernacca ocupa um espaço avarandado, com um deck de mais de 250 m² cercado pelo verde. No cardápio italiano, vale apostar no spaghetti cacio & pepe com limone e bottarga gold (R$ 108), na carbonara (R$ 88), finalizada à mesa, ou no tagliatelle alla bolognese (R$ 101). O acesso direto é pela Avenida IV Centenário, 452, Portão 5.

A novidade fica por conta do Petí, que acaba de trocar seu antigo endereço em Perdizes pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), na Marquise do Ibirapuera. Comandado pelo chef Victor Dimitrow e pela restauratrice Bárbara Camargo, o restaurante mantém sua cozinha autoral e sazonal em um salão com cozinha aberta, integrado à experiência do museu. O cardápio traz crudos, petiscos, entradas, principais e sobremesas, com criações como peixe do dia grelhado com espaguete de tinta de lula, beurre blanc de pupunha e tartar de coco (R$ 110). Além do almoço, o Petí serve café da manhã e da tarde e, aos fins de semana, brunch. Funciona de terça a domingo, das 10h às 18h.

Crédito: Laís Acsa/Divulgação

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Parque Villa-Lobos | Avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 - Alto de Pinheiros

O Parque Villa-Lobos tem apostado em ótimas opções gastronômicas. Instalado na Orla Total Pass, próxima ao portão 5, o Futuro no Parque apresenta um cardápio leve, com opções que vão do café da manhã ao jantar. O happy hour ali é particularmente agradável em dias quentes, pois dá para ver o pôr do sol. O menu tem itens de brunch, servidos o dia todo, como a torrada de fermentação natural (R$ 10), que pode ser acompanhada de ovos mexidos (R$ 19), avocado (R$ 11) e geleia de morango (R$ 7,50). Se a ideia for uma refeição mais substanciosa, aposte no milanesa crocante de carne com miga feita com o pão da casa (R$ 50), que fica ainda mais gostoso acompanhado de risoni limoni (R$ 27).

Pertinho do Futuro no Parque, também na Orla Total Pass, está o Più Tratô, mais recente aposta do chef Marcelo Laskani. Com clima de verão italiano, o restaurante é uma delícia para curtir uma refeição sem pressa. O menu começa com a pizza romana, perfeita para beliscar, como a brava (R$ 82), com molho de tomate, linguiça, jalapeño, cebola roxa e muçarela. Os itens de “botecagem italiana” são imperdíveis, caso das lulinhas fritas (R$ 72), finalizadas com pimenta togarashi e limão, perfeitas para dividir. Massas, crudos, carnes e bons acompanhamentos completam o cardápio. De sobremesa, o pudim (R$ 28) é o melhor encerramento: vem com calda de cumaru, crumble de cantucci e doce de leite de ovelha.

Crédito: Gui Galembeck/ Divulgação

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Parque da Água Branca | Avenida Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca

No Parque da Água Branca, o passeio pode começar cedinho, com café da manhã e feira de orgânicos, aos fins de semana, e terminar com um belo churrasco. No Café Raiz, há itens no precinho para a primeira refeição do dia: tem fatia de pão de diversos sabores (R$ 4,60 cada), ovos mexidos (R$ 7,50) e até quiche (R$ 16,80). Se a ideia é curtir uma carne bem preparada, vale conhecer a Fazenda Churrascada, instalada nas antigas cocheiras centenárias do parque. O espaço de 3.400 m² teve a estrutura original preservada e reúne restaurante, açougue, loja, área para eventos e espaço kids, tudo cercado pelo verde. Com consultoria gastronômica da chef Paula Labaki e cozinha comandada pela chef executiva Renata Raikov, o cardápio passeia por diferentes maneiras de trabalhar o fogo, do american barbecue à parrilla, com opções como ancho (350 g, R$ 129), denver steak (250 g, R$ 104) ou brisket (300 g, R$ 84). De segunda a sexta, no almoço, há ainda menu executivo. A entrada mais próxima da Fazenda é pela Portaria 4, na Rua Dona Ana Pimentel.

Crédito: Divulgação
Destaque da semana
Hora do cafezinho: 5 cafeterias de respeito em São Paulo
10 Sep 2026
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‍Dos grãos especiais aos acompanhamentos caprichados, selecionamos cinco endereços para desacelerar e tomar um bom café na cidade

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No meio de um dia corrido, poucas coisas são tão bem-vindas quanto a hora do cafezinho – tanto que é até uma categoria do Guia Caju. Pode ser um espresso rápido no balcão, um coado preparado sem pressa ou aquela xícara que chega acompanhada de um pão de queijo, bolo ou outro quitute, e acaba virando desculpa para esticar a conversa. Para quem leva esse pequeno ritual a sério, São Paulo reúne cafeterias que cuidam da escolha dos grãos, dos diferentes métodos de preparo e, claro, do que chega à mesa junto com a bebida. Selecionamos cinco endereços para deixar a pressa do lado de fora por alguns minutos e aproveitar a pausa com excelência na xícara.

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Aizomê Café (Japan House)

Avenida Paulista, 52, térreo - Bela Vista

Uma pausa para o café pode ganhar sotaque japonês no térreo da Japan House, na Avenida Paulista. Criado pela chef Telma Shimizu, o Aizomê Café nasceu no final de 2023 inspirado nos kissaten, as clássicas cafeterias que começaram a se multiplicar no Japão no início do século 20 e ajudaram a desenvolver por lá uma forte cultura em torno da bebida. Os grãos aparecem em preparos como espresso (R$ 11), macchiato (R$ 15) e cappuccino (R$ 18), além de filtrados feitos a partir dos grãos de variedades como bourbon vermelho e catuaí vermelho. Para acompanhar, a confeitaria segue o conceito de yogashi, interpretação japonesa dos doces ocidentais. Entre as criações estão o black choux matchá (R$ 34), com casquinha crocante e recheio de crème légère, o nama choco cake (R$ 43), bolo de chocolate intenso com camadas de creme de chocolate, e o floresta verde (R$ 41), génoise de matchá com ganache de chocolate branco e cranberries ao umeshu. Um bom pit stop para combinar com um passeio pelas exposições da Japan House.

Crédito: Rafael Salvador/Divulgação

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Cafetina

Rua Barão de Tatuí, 183 - Santa Cecília 

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Recém-chegada ao circuito paulistano de cafés especiais, a Cafetina é a cafeteria do Café por Elas, torrefação que há quase uma década trabalha somente com cafés produzidos por mulheres. A proposta é valorizar produtoras, torrefadoras, baristas e outras profissionais que fazem parte da cadeia do café, em um espaço de 138 metros quadrados, pensado para receber sem pressa. Assinado por Melina Romano, o projeto arquitetônico reúne mesinhas, poltronas e um painel criado pela artista mineira Yasmin Sanchez. O menu traz opções quentes, do tradicional espresso (R$ 10), passando pelo cumaru latte (R$ 24) e chocolate quente (R$ 26), e outras para serem apreciadas frias, como o cold brew (R$ 19) e o caputina (R$ 25), cappuccino gelado com café, leite e redução de cumaru. Para acompanhar, salgados como croissant (R$ 14) e pão de queijo (R$ 12) são clássicos, mas há também itens mais substanciosos, como os sandubas na ciabatta – o x cafetina (R$ 45) leva picanha defumada, queijo e cebola caramelizada.

Crédito: divulgação

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Catarina Café e Amor

Rua Flávio de Melo, 109 casa 1 - Vila Mariana

Nascido a partir da vontade de um grupo de amigos de criar um ponto de encontro em torno de bons cafés, o Catarina Café e Amor ocupa uma garagem na Vila Mariana que abre as portas durante a semana como torrefação, para você comprar os grãos e fazer sua bebida em casa ou no escritório, e nos fins de semana como cafeteria, para conhecer com mais calma o universo dos cafés especiais. O cardápio nasce de experimentos realizados por ali e muda de acordo com as estações, tanto na seleção de cafés quanto na carta de bebidas autorais. Dá para começar a provar os sabores da cafeteria pela degustação, que muda sempre. A atual, batizada de “mimetismo” (R$ 59), é uma sequência de três bebidas autorais elaboradas com ingredientes locais. Pode vir um coado de cacau – uma infusão de cascas de cacau fino –, um chocolate de adulto, com xarope de café clarificado e leite cremoso, e espuma de nibs de cacau com café. Outra pedida é observar o letreiro com as opções do dia, com coado (R$ 17), mocha (R$ 19), caramelo missô (R$ 18) e latte baunilha (R$ 18). Para acompanhar, há pedidas amadas pelos brasileiros, como brigadeiro (R$ 7) e pão de queijo (R$ 9).

Crédito: divulgação

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Coffee Lab

Rua Aspicuelta, 227 - Vila Madalena

Rua Fernão Dias, 682 - Pinheiros

Quando o assunto é café especial em São Paulo, o Coffee Lab, de Isabela Raposeiras, é daqueles endereços que merecem entrar no roteiro. Como o próprio nome sugere, a casa funciona de maneira singular: é, ao mesmo tempo, uma cafeteria, uma escola e um laboratório dedicado à torra, degustação e preparo da bebida, com foco em microlotes de características especiais, responsabilidade socioambiental e rastreabilidade do pé ao pacote. Por ali, cada café é estudado individualmente: antes de chegar às xícaras e às gôndolas, os grãos passam por uma série de testes para encontrar o perfil de torra capaz de valorizar suas melhores características. Na escola, interessados pelo tema podem se dedicar a cursos variados, desde os mais básicos, como Café em Casa, até formações como o Curso de Barista Master, dentre outros. Não dá para passar pelo Coffee Lab sem provar ao menos um café, do espresso (R$ 11) aos microlotes (R$ 21), estes preparados na aeropress. A casa também aposta em bebidas autorais, como o já famoso leitinho da vovó (R$ 20), creme de baunilha servido com especiarias e espresso. Doces e salgados complementam o menu, como o tostex com pão da casa e queijo (R$ 23) e a rosquinha de pinga da vovó (R$ 13).

Crédito: divulgação

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Pato Rei (Berrini)

Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, 1.127 - Cidade Monções

Café especial é assunto levado a sério no Pato Rei, que tem uma unidade espaçosa na região da Berrini, além da matriz em Pinheiros. Os grãos selecionados pelo mestre de torra Tiago de Mello ganham diferentes métodos de extração e podem ser provados puros, em versões quentes ou frias, ou nas bebidas autorais, como o montblanc gelado (R$ 27), combinação de cold brew com creme de leite batido e um toque de laranja. Há uma bela seleção de coados, como o exótico (R$ 23), feito com microlotes “mais fermentados e esquisitos”, como eles mesmos definem. A cozinha, comandada por Larissa Taketa, também faz valer a visita, com receitas de inspiração asiática como o brisket sando (R$ 58), de carne braseada por mais de 16 horas, coleslaw de kimchi com cranberry e pão brioche. Para terminar a pausa com um docinho, aposte no “tem sal no meu caramelo” (R$ 20), feito com biscoito amanteigado, caramelo, chocolate e flor de sal, ou no tiramisù com gel de cold brew concentrado e geleia de yuzu (R$ 39).

Crédito: Helena Rubano/Guia Caju