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Pratos fartos e potentes servidos nessas casas paulistanas aquecem seu paladar nas merecidas pausas no trabalho
Quando a temperatura cai em São Paulo, nosso “mood” também muda: é o momento de tirar os casacos dos armários, de reforçar as doses de chás e cafés no escritório e de pensar em qual comida vai aplacar o frio na hora do almoço ou do fim de expediente com a equipe.
Para essa parte, o Guia Caju dá uma mãozinha. A seguir, você encontra feijoada, sopas, lámens, risotos e até fondue em cinco bares e restaurantes para curtir o inverno como se deve.
Alfândega Restaurante | Rua República do Iraque, 1.347 - Campo Belo
Nesta casa portuguesa, com certeza, o chef Eduardo de Castro enaltece os sabores potentes que dão fama à terrinha. Além dos tradicionalíssimos bacalhau à Brás (R$ 90) e arroz de pato (R$ 119), pratos que ganham atenção no inverno, há sugestões da estação também no menu-executivo durante a semana (por R$ 79,90, com entrada, prato principal e sobremesa), para ir com a equipe. Às quartas, por exemplo, figuram o caldo verde, a feijoada de frutos do mar e, para fechar, o icônico pastel de nata.
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Casa Santo Antônio | Avenida João Carlos da Silva Borges, 764 - Granja Julieta
Elegante e acolhedor, um dos destinos favoritos para almoços e jantares de negócios na região, o restaurante de raízes italianas comandado pelo chef Neto Lobato destaca os risotos para aproveitar o melhor da temporada. O de frutos do mar (R$ 149) e de parmesão de ragu de carne (R$ 104), já presentes no cardápio, ganham dois reforços no inverno: o risoto de ragu de linguiça (R$ 97), preparado com linguiça blumenau, radicchio e stracciatella, e o de abóbora (R$ 102), sugestão vegetariana que une funghi porcini e avelãs tostadas ao legume.
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Daruma Coffee | Rua Augusta, 1.917 - Cerqueira César
No segundo andar do Empório Daruma, bem próximo da avenida Paulista, o Daruma Coffee é destino certo para quem quer comer bem e elevar as temperaturas sem gastar muito. Os lámens (R$ 42), a especialidade do chef Zé-san, chegam fumegantes à mesa, e sempre vêm com alga nori, cebolinha, ovo, bambu, chashu (carne de porco), naruto (bolinha de peixe) e kikurage (cogumelo desidratado). O que muda é o caldo, à escolha do cliente: à base de galinha, com sal (shio) ou shoyu, e à base de porco, com sal, shoyu ou missô.
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Pirajá | Avenida Brigadeiro Faria Lima, 64 - Pinheiros
Reduto de boêmios na região de Pinheiros (que se multiplicou para mais de 14 unidades pela cidade), o bar firma suas raízes botequeiras tanto no ambiente descontraído quanto no cardápio, recheado de clássicos. E, por mais que seja um prato amado o ano todo, é no inverno que a feijuca da Tia Surica (R$ 89, individual, e R$ 169 para compartilhar) costuma ser saboreada sem culpa no almoço, de quartas e sábados. A cumbuca feijão-preto apurado com as carnes tradicionais vem acompanhada de arroz, farofa, couve, torresmo, linguiça, bisteca grelhada e molhinho apimentado.
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Praça São Lourenço | Rua Casa do Ator, 608 - Vila Olímpia
Um verdadeiro oásis em plena Vila Olímpia, conhecido pelo seu farto bufê no almoço e pratos feitos no forno a lenha, o restaurante também é famoso pelas fondues, preparo que atrai fãs quando a temperatura cai na cidade. Ideais para compartilhar durante o jantar, as novidades deste ano são a fondue de queijos premium (R$ 224), preparada com fontina e comté da Serra das Antas, chardonnay e noz-moscada, e a fondue de queijos e cogumelos (R$ 233), que combina os mesmos queijos artesanais aos cogumelos paris, shiitake e portobello salteados. Ambas são acompanhadas por tábua de frios ou de vegetais.
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Seleção mostra a combinação perfeita entre acervo e quitutes de primeira para acompanhar a leitura
Ler um bom livro e fazer uma pausa para um café ou uma refeição é daquelas combinações que nunca saem de moda. Em São Paulo, algumas livrarias vão além das estantes repletas de histórias e oferecem espaços aconchegantes, onde literatura e gastronomia dividem o mesmo endereço. Entre cafés, doces, lanches e almoços caprichados, esses lugares convidam a desacelerar na pausa e transformar a leitura em uma experiência ainda mais prazerosa. Confira cinco livrarias para comer bem enquanto viaja pelas páginas de um bom livro.
Barouche | Rua Medeiros de Albuquerque, 401 - Vila Madalena
Na Vila Madalena, o Barouche prova que livros, café e bons encontros formam uma combinação difícil de superar. O espaço reúne livraria, bar e cafeteria em uma atmosfera acolhedora, com iluminação suave e estantes que convidam os clientes a desacelerar, pegar um livro e passar horas por ali. Mais do que um lugar para comer ou beber, a proposta é transformar a leitura em parte da experiência. O cardápio é diverso, passando por acepipes para beliscar, como a porção de azeitonas gregas e amendoim torrado (R$ 24), bons sanduíches, como o de cogumelos, queijo Cuesta azul e folha de mostarda (R$ 62), e uma seleção de queijos brasileiros, perfeita para compartilhar (R$ 52). Para beber, há desde cafés em diferentes versões, do espresso (R$ 10) ao iced latte (R$ 16), além de uma seleção interessante de drinques, cervejas e vinhos. A casa aposta no projeto Minha Estante, que convida personalidades de diferentes áreas a compartilhar os livros que marcaram suas trajetórias.

Bibla | Praça Professora Emília Barbosa Lima, 58 - Vila Madalena
Com o lema “literatura, ficção & bolo divino”, a livraria está acomodada em um charmoso sobrado revitalizado, na Vila Madalena, e tem um acervo de mais de 4 mil títulos, com uma cafeteria que faz da boa mesa uma parte importante da experiência. O ambiente preserva a memória em cada detalhe, das louças antigas (algumas com mais de 70 anos) ao mobiliário, selecionado em leilões e feiras de antiguidades. O espaço é ideal para quem curte descobrir novos autores, prolongar a conversa e passar horas entre livros e café – aliás, café é coisa séria por ali, pois a casa trabalha somente com grãos especiais, de pequenos produtores. Vale provar o coado especial (R$ 15) ou o cortado (R$ 18), com duas doses de espresso e leite sem muita espuma. Acompanhe com salgados, como pão de queijo (R$ 13, três unidade), ou sanduíches e toasts. O Bibla sando (R$ 36) leva salmão defumado, salada de pepino com coalhada, dill e rúcula, no pão de forma. À frente do projeto estão Alessandra Effori, Isadora Peruch e Luciana Gil, que transformaram a paixão pela literatura em um dos novos refúgios culturais da cidade.

Livraria da Vila + Le Jazz Café (Paulista) | Avenida Paulista, 1063 - Jardim Paulista
Na nova (e linda!) unidade da Livraria da Vila na Avenida Paulista, o Le Jazz Café transformou a pausa para a leitura em uma experiência tipicamente parisiense. Com fachada voltada para a avenida, o espaço é totalmente propício para folhear um livro, descobrir novidades, trabalhar ou simplesmente observar o movimento – de preferência, acompanhado de algum quitute francês. O cardápio funciona do café da manhã ao jantar e reúne croissants, quicZhes e sanduíches, além de pratos mais completos, como a sopa de cebola gratinada (R$ 39,50) e o hachis parmentier (R$ 55), com rabada desfiada e purê de batatas. Na vitrine, doces como a tarte bourdaloue (R$ 23,80), de peras, dividem espaço com cafés preparados com grãos do Café por Elas, caso do orange coffee (R$ 19,80), que combina espresso e suco de laranja. Tudo isso em um ambiente pensado para unir literatura, boa música e gastronomia francesa, em um dos principais cartões-postais da cidade.

Martins Fontes + Sami Café | Avenida Paulista, 509 - Bela Vista / Rua Doutor Vila Nova, 309 - Vila Buarque
Com duas unidades em São Paulo (na Paulista e na Vila Buarque), a livraria Martins Fontes é uma das mais emblemáticas da capital, um lugar onde é possível passar horas lendo, procurando novidades ou folheando um livro muito querido. Ambas combinam o prazer da leitura com um bom café e guloseimas para acompanhar, com a presença do Sami Café. O menu contempla bebidas, sanduíches e salgados e pratos mais substanciosos – dá até para almoçar por lá. Os preços e opções variam de acordo com a unidade. Na loja da Paulista, se a ideia é só tomar um cafezinho, peça um espresso (R$ 10) ou cappuccino (R$ 13), com panini de peito de peru (R$ 29) ou de cogumelos (R$ 29) para beliscar. Se a escolha é fazer uma refeição mais substanciosa, o P.F. agrada (R$ 48) e vem com arroz jasmim, feijão-preto, farofa e frango moído, bem temperadinho. Já na unidade Vila Buarque dá para provar o estrogonofe com arroz jasmim e batata palha, nas versões frango (R$ 42) ou filé-mignon (R$ 55), e encerrar a visita com o bolo molhado (R$ 22), de coco e chocolate belga.

Megafauna + Cuia (unidade Copan) | Avenida Ipiranga, 200, loja 48 (Edifício Copan) - República
Dentro da livraria Megafauna, no térreo do Edifício Copan, o Cuia faz da leitura um convite para explorar os sabores do Brasil. Comandado pela chef Bel Coelho, o restaurante combina ingredientes nativos, pequenos produtores e técnicas culinárias de diferentes partes do mundo em um cardápio que funciona do café da manhã ao jantar. Entre as opções para acompanhar um bom livro estão o cuscuz de milho com creme de queijo Quina e Quark, chips de batata-doce e ovo frito (R$ 37), o choripán com linguiça artesanal (R$ 45), com picles de vegetais e boursin de leite de ovelha, e o tostex de queijos artesanais brasileiros com geleia de jabuticaba (R$ 35). Para uma refeição mais completa, vale apostar no clássico Oswaldo Aranha (R$ 93), reinterpretado pela chef e servido com filé-mignon grelhado, arroz, farofa, chips de batata bolinha e purê de alho assado. A experiência fica completa com cafés especiais, drinques autorais e sobremesas que valorizam ingredientes brasileiros, tudo isso cercado por livros e pela arquitetura icônica do Copan.

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Confira lugares em São Paulo que oferecem espaços confortáveis e estratégicos para reuniões
Nem toda reunião importante precisa acontecer entre quatro paredes de um escritório. Em muitos casos, um bom almoço pode ser o cenário perfeito para apresentar uma ideia, alinhar estratégias ou fechar um negócio. Para isso, alguns restaurantes da cidade oferecem salas privativas que garantem mais conforto, discrição e tranquilidade para conversas profissionais, sem abrir mão da boa gastronomia. Com espaços sofisticados, sem abrir mão do aconchego, confira cinco endereços que combinam privacidade e ótimas experiências à mesa para encontros de trabalho.
Banzeiro | Rua Tabapuã, 830 – Itaim Bibi
Fechar um negócio importante enquanto se explora os sabores da Amazônia pode ser uma ótima estratégia. No Banzeiro, o chef Felipe Schaedler apresenta uma cozinha que valoriza ingredientes, técnicas e tradições da região Norte em um ambiente elegante e acolhedor, repleto de referências à cultura amazônica. E o melhor: tem um espaço reservado, com entrada independente e estrutura completa, com projetor, som e wi-fi, para quem deseja mais privacidade em reuniões, encontros e experiências exclusivas – só precisa reservar antes. Pode ser usado para cafés da manhã, almoços, jantares privados, apresentações ou encontros corporativos. Nesse espaço, claro, dá para provar o cardápio da casa, que traz tanto as receitas emblemáticas da unidade de Manaus como criações do chef pensadas especialmente para São Paulo. A tortilha de farinha d’água (duas unidades, R$ 54) é boa opção para começar e vem com creme de tucupi negro, camarão e cogumelo eryngui. A salada de arroz negro, com creme de tucumã e milho doce (R$ 55), também agrada, finalizada com óleo de tucumã. Se a ideia é compartilhar, aposte na banda de tambaqui na brasa (R$ 265), com baião de dois cremoso, farofa de grãos, vinagrete de picles e tartar de banana.
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Casarìa | Rua Haddock Lobo, 1.077 - Jardim Paulista
Aberto do café da manhã ao jantar, o Casarìa é daqueles endereços versáteis que funcionam tão bem para uma refeição tranquila quanto para encontros de negócios. Instalado em uma charmosa casa no Jardim Paulista, o restaurante conta com duas salas privativas no piso superior – a Sala Vista, para até 25 pessoas, e a Sala Piano, para até 35 convidados – que recebem desde cafés da manhã corporativos e coffee breaks até almoços, happy hours, coquetéis e jantares com menus personalizados (a partir de R$ 200 por pessoa) com opções do cardápio fixo da casa (a depender do tamanho e da proposta do evento). Recomenda-se reservar. A seleção de comidas é vasta e inclui desde croissant (R$ 19), com manteiga e geleia, e os panini italianos, como o de presunto cru (R$ 62) com burrata, tomate confit e manjericão, até pratos substanciosos e receitas reconfortantes. A polenta cremosa com ragu de linguiça (R$ 46) faz sucesso, assim como o spaghetti al funghi trifolati (R$ 82) e a paleta de vitela assada em baixa temperatura com risoto allo zafferano (R$ 115). Para adoçar o encontro, vale prestar atenção à vitrine de sobremesas, que reúne criações como a belle pistache (R$ 42), preparada com diferentes texturas de pistache e coulis de morango.
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Casa Santo Antônio | Avenida João Carlos da Silva Borges, 764 - Granja Julieta
No coração da Granja Julieta, a Casa Santo Antônio combina a elegância da gastronomia italiana com um ambiente aconchegante que faz os clientes se sentirem em casa. Sob o comando do chef Neto Lobato, o restaurante aposta em ingredientes de qualidade, técnica apurada e uma carta de vinhos selecionada pelo sommelier Bruno Taddeucci, com destaque para rótulos brasileiros e italianos. Para encontros corporativos e reuniões mais reservadas, a casa oferece o Secondo Piano, espaço privativo para até 20 pessoas, ideal para coffee breaks, confrarias, reuniões que exigem discrição ou pequenas celebrações. É preciso reservar. Para eventos, normalmente servem-se menus fechados (a partir de R$ 245 por pessoa), mas o amplo cardápio da casa também pode ser solicitado, é só combinar antes. O restaurante privilegia receitas italianas, como as massas frescas, caso do ravióli de mozzarella (R$ 76) com molho de tomate e manjericão, e os risotos – o de parmesão vem acompanhado de ragù de carne (R$ 104).
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Marena Cucina | Rua Pais de Araújo, 138 - Itaim Bibi
Inspirado na região da Puglia, no sul da Itália, o Marena Cucina transporta os clientes para um cenário de paredes de pedra, ingredientes frescos e receitas que celebram a tradição italiana. O restaurante ocupa uma casa histórica no Itaim Bibi, combinando elegância e aconchego em diferentes ambientes – incluindo a Sala Pietra, espaço privativo no piso superior que acomoda até 16 pessoas e pode ser reservado para encontros mais exclusivos. Nesse espaço dá para pedir os itens do cardápio da casa, como as diferentes versões de burrata, produzidas ali mesmo. A tre pomodori (R$ 99) combina o queijo macio com tomates e manjericão. Há também boas massas frescas, como o orecchiette cima di rapa (R$ 99), servido com brócolis-rama, linguiça e stracciatella, e o tagliolini Marena (R$ 227), preparado com camarão, polvo, lula e tomatinhos. A experiência é complementada por uma adega com 140 rótulos. Como um docinho sempre cai bem, vale pedir a torta gianduia (R$ 59), com a italianíssima combinação de chocolate e avelã.
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Nelita | Rua Ferreira de Araújo, 330 - Pinheiros
Dentre os restaurantes mais prestigiados da cidade, o Nelita se destaca por transformar a alta gastronomia em uma experiência acolhedora e sem excessos. Em Pinheiros, a chef Tássia Magalhães recebe os clientes em um ambiente marcado pela cozinha aberta, móveis de madeira, tijolinhos aparentes e uma equipe formada exclusivamente por mulheres. A inspiração italiana está presente em todo o menu, porém reinterpretada com técnicas contemporâneas e ingredientes brasileiros. Para os que desejam um ambiente mais intimista, para reuniões de negócios e encontros de trabalho, o Nelita tem uma sala privativa que pode ser reservada. Ali são servidos itens do menu à la carte ou um cardápio fechado – vale combinar tudo na hora da reserva. O menu da casa é variado e inovador, começando com opções para “comer com as mãos” – do éclair com creme de ovos e azedinha (R$ 43) à truta com cenoura e massa folhada (R$ 48). Há ainda massas, risotos, peixes e carnes. O pappardelle (R$ 198), com polvo, guanciale e espinafre, é boa combinação dos sabores de terra e mar. As sobremesas são igualmente surpreendentes, caso do flan de leite (R$ 42), com laranja e bottarga.
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