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Desconecte-se: cinco lugares que oferecem, além de comida e bebida, um espaço para relaxar
28 Jan 2026
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Lista do Guia Caju prova que é possível almoçar em ambiente prazeroso para voltar mais feliz ao batente

Verdade seja dita: nem todo dia estamos com presença de espírito para enfrentar aquele caos típico de boteco de esquina em nome de um bom PF. A depender de como anda o dia de trabalho, às vezes, convém otimizar o horário de almoço: em 60 minutos, além de comer e beber, é preciso tentar desconectar e recarregar as energias para encarar o próximo turno.

Pensando nisso, selecionamos cinco restaurantes que oferecem, além de boa comida e bebida, ambientes mais silenciosos e calmos, cercados por verde, que convidam ao relaxamento; confira.

Bottega Bernacca Ibirapuera | Avenida IV Centenário, 452, Portão 5, Parque Ibirapuera - Jardim Luzitânia

A localização dá pistas (portão 5 do parque Ibirapuera): trata-se de um restaurante para comer, beber e desacelerar. Sob a copa de árvores exuberantes, cercado por verde e com vista para a pista de cooper, o salão ocupa uma espaçosa varanda – há mesas em espaço coberto e ao ar livre. Ali, dá para abrir os trabalhos com o vitello tonnato (R$ 86), fatias fininhas de rosbife com molho cremoso de atum, anchova e alcaparras, e emendar com um interessante cacio e pepe incrementado com limão e bottarga (R$ 108).

Helena Rubano/Guia Caju

Café Artigas | Rua Barão de Jaceguai 1.151, Casa Vilanova Artigas - Campo Belo

Quem trabalha na região do Campo Belo, e tem a intenção de desconectar a mente durante o almoço, encontra refúgio neste restaurante instalado no pátio da casa onde viveu o arquiteto Vilanova Artigas. Pois imagine você, que a maioria das mesas está disposta numa espécie de bosque projetado originalmente por Burle Marx e reeditado por Luis Carlos Orsini. O cardápio lista pratos como o mignon Paulo Mendes (R$ 92), um dos pratos mais pedidos, com dauphinoise de batata e molho funghi, e o peixe Lina Bo (R$ 94), preparado com o pescado do dia, legumes grelhados e gremolata.

Helena Rubano/Guia Caju

Fazenda Churrascada | Avenida Morumbi, 5.594 - Morumbi 

Instalado numa bela casa de estilo colonial, que de fato pertenceu a uma fazenda centenária de café, o restaurante é quase um oásis em meio ao caos do trânsito do Morumbi. No salão arejado e cercado por verde, com aquele climinha gostoso de churrasco de domingo, fica até perigoso esquecer que é preciso voltar ao batente. Sem perder tempo, escolha um dos cortes de carne, como o bombom de alcatra preparado na parrilla (R$ 101), os acompanhamentos, como o arroz da Fazenda (R$ 27), com linguicinha, ervas frescas, bacon crispy e mandioquinha palha, e aproveite o momento para recarregar as energias. 

Helena Rubano/Guia Caju

Pipo | Avenida Europa, 158, MIS – Jardim Europa

Escondido atrás do Museu da Imagem e do Som (MIS), o restaurante do chef Felipe Bronze fica alheio à movimentação intensa da avenida Europa. Não bastasse, ele ainda tem uma agradável varanda, com vistas para o jardim do espaço cultural, o que torna o momento da refeição ainda mais prazeroso. Uma vez ali, escolha entre o caprichado menu-executivo (R$ 109) ou os pratos do menu à la carte, que traz pedidas como a costela de porco laqueada com goiabada, pururuca e limão-cravo (R$ 86), que pode vir acompanhada da farofa de ovo mole (R$ 38). 

Helena Rubano/Guia Caju

Praça São Lourenço | Rua Casa do Ator, 608 - Vila Olímpia

Com uma área externa de respeito – funcional até em dias de chuvas, já que o teto é retrátil –, o restaurante é como um refúgio para famílias e grupos de executivos engravatados que buscam escapar, ainda que por uma hora, do caos urbano típico da Vila Olímpia. Cercado por verde, o espaço ainda conta com um lago com carpas e casa na árvore para as crianças. Para comer, no almoço de terça a sexta, o caprichado bufê de saladas e antepastos, que inclui ingredientes preparados no forno a lenha, sai por R$ 98. Por mais R$ 27, você pode acrescentar a proteína do dia.

Helena Rubano/Guia Caju
Destaque da semana
Um (bom) café e a conta: grãos especiais garantem excelência ao fim da refeição
28 Jan 2026
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Confira cinco restaurantes que levam o cafezinho a sério

Quem não dispensa um cafezinho pós-almoço há de convir: de que adianta oferecer uma experiência incrível, da entrada à sobremesa, e pecar na escolha do café? Longe de ser um mero coadjuvante no cardápio, o café encerra a refeição – é com o gostinho dele na boca que o cliente deixa o restaurante. Não é à toa que cada vez mais casas andam investindo em versões especiais da bebida.

Confira, a seguir, cinco casas paulistanas onde vale a pena desfrutar do cafezinho ali mesmo.

Cora | Rua Amaral Gurgel, 344, 6ºandar - Vila Buarque

O restaurante do chef Pablo Inca, que tem vista privilegiada para o Minhocão, trabalha com microlotes da Tocaya, que torra café especiais de produtores da serra da Mantiqueira. Além de moído na hora, que faz toda a diferença na percepção sensorial da bebida, o café (R$ 14) é coado sem pressa, à mesa, na frente dos clientes.

Brejo/Divulgação

Cuia | Avenida Ipiranga, 200, loja 48, Edifício Copan - República
Além de um cardápio recheado de opções para todas as horas do dia, a casa da chef Bel Coelho conta com uma carta inteirinha dedicada aos cafés. Além dos clássicos coado (R$ 9) e espresso (R$ 10), clientes têm a opção de pedir um cappuccino (R$ 15), um flat white (R$ 18) ou um mocha (R$ 19), que é incrementado com ganache, para encerrar o almoço. Com notas de frutas cítricas, castanhas e chocolate ao leite, eles são feitos com um blend de grãos especiais (catuaí vermelho e amarelo), cultivados no interior de Minas Gerais e torrados pela Corisco.

Lais Asca/Divulgação

Le Jazz Brasserie | Rua dos Pinheiros, 254 - Pinheiros
Quem dá o tom do café espresso (R$ 9,50) servido neste famoso bistrô francês é a Café por Elas, uma torrefação de cafés especiais produzidos por mulheres. Feito com grãos de catuaí vermelho, da produtora Priscila Mazzarini Cezar do Couto, de Ibitiúra de Minas (MG), ele chega à mesa ladeado por um sequilho. Quer dar uma turbinada? Peça pelo Carajillo, versão incrementada com Licor 43 (R$ 30,50).

Helena Rubano/Guia Caju

Mares de La Peruana | Rua Ferreira de Araújo, 299 - Pinheiros
Pedir um café neste restaurante da chef Marisabel Woodman é puro deleite. É que além da própria bebida em si, feita com grãos de catuaí vermelho da Fazenda Ambiental Fortaleza, que tem notas de caramelo, chocolate e doce de leite, a pedida chega à mesa com um acompanhamento especial: um docinho de leite na palha.

Divulgação

TonTon | Rua Caconde, 132 - Jardim Paulista

No bistrô do chef Gustavo Rozzino (foto acima), a refeição termina com um espresso bem tirado da Orfeu. Ao cliente, cabe escolher se quer só o café (R$ 9) e a conta ou se aposta na versão gourmand (R$ 39), na qual a bebida chega à mesa acompanhada das três sobremesas mais pedidas do cardápio, em tamanho míni: bolo de figo, choux de chocolate e Tonguava (que combina goiabada cascão artesanal, goiabada confit e creme de queijo).

Ricardo D’Angelo/Divulgação

Destaque da semana
Sem surpresas: quatro opções de menus-executivos por até R$ 70
18 Jan 2026
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Veja onde comer entrada, prato principal e sobremesa a um preço fixo no almoço de segunda a sexta

Se você é do time daqueles que fazem questão de um almocinho digno nos dias de trabalho presencial, mas que não querem surpresas na hora da conta, essa lista é para você.

Encontramos quatro lugares que oferecem menus-executivos até R$ 70 – o que quer dizer que é possível, sim, fazer uma refeição completa, com direito à entrada, prato principal e sobremesa, sem abrir mão do sabor e saciar a fome antes de voltar ao batente. 

Pirajá

A “esquina mais carioca de São Paulo” tem um menu Ezécutivo de respeito, cujo valor varia de acordo com o prato principal. Escolhendo o Virado à Pirajá, com arroz branco, tutu de feijão preto, farofa de cebola, couve refogada, bisteca grelhada e ovo frito, por exemplo, o seu combo vai sair por R$ 69. Ele inclui saladinha ou caldinho de feijão preto de entrada e bolinho de estudante ou salada de frutas de sobremesa. Já a carne moída com quiabo, servida com arroz, feijão preto, fritas (chips ou palito), farofinha e ovo frito, sai ainda mais em conta, custa R$ 59.

Quincho

Vegetarianos, veganos e “carnívoros não-preconceituosos” podem comemorar: a casa da chef Mari Sciotti oferece um baita menu-executivo, no almoço de terça a sexta-feira, por R$ 69. As opções de prato mudam a cada 15 dias, mas há chances de encontrar, por exemplo, a salada de folhas da casa de entrada e o arroz palestino, puxado com berinjela, castanhas e especiarias e servido com cebola assada no forno a lenha e molho de iogurte, como opção de principal. Já o famoso PF do Quincho, com arroz, feijão, couve refogada, vinagrete de maxixe, farofa crocante, banana grelhada e ovo estalado (que veganos podem substituir por tempeh), tem sempre. A mousse de chocolate com caramelo salgado e honeycomb é exemplo do que pode aparecer entre as opções de sobremesa.   

Tantin

Ele tem tudo que um boteco de esquina que se preze tem: mesas na calçada, cervejas de garrafas e um delicioso clima informal. E tem também o menu-executivo mais em conta dessa seleção. “Só no almocin” de segunda a sexta-feira, por R$ 54, dá para comer saladinha de entrada, prato do dia e sobremesa. A semana começa com o bife  acebolado, arroz, feijão, fritas com páprica, farofa de alho e vinagrete. Quarta, tem feijoada, e quinta é dia de frango assado com batata rústica, arroz, feijão, farofa de alho e vinagrete. Se a opção da vez não te agradar, o picadinho de carne de sol (R$ 58), com arroz, feijão, couve, farofa, vinagrete e ovo frito, o parmegiana de frango (R$ 54), com arroz e batata frita com páprica, e o baião de dois vegetariano (R$ 54), estão sempre em cartaz.

Virado SP

Dentro do icônico hotel San Raphael, em pleno largo do Arouche, esse restaurante tem cozinha tipicamente paulistana e trabalha com um esquema diferente de menu-executivo. O valor do combo depende da escolha do prato principal: R$ 49 para o galeto na brasa com arroz, batatas e cebolas assadas ou R$ 39 para o espaguete com molho de tomate e polpettini, por exemplo. Salada de tomate com pepino, croûtons, manjericão e sal de picles podem abrir a refeição e, por mais R$ 6, acrescenta-se a sobremesa do dia ao combo, que pode ser o sorvete de nata com creme de chocolate e farinha de castanha-de-caju.