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Chegou o tão esperado momento do mês, quando você abre seu app da Caju e vê o saldo bem farto. Se você é um "foodie", que curte novos restaurantes para visitar, busca uma experiência memorável e quer realizar seus desejos com o Cajuzinho cheio, confira a seleção do Guia Caju de cinco pratos deliciosos para sua refeição ser ainda mais especial!
Bottega Bernacca (Ibirapuera) | Avenida IV Centenário, 452, Portão 5 (Parque Ibirapuera) - Jardim Luzitânia
Dentro de um dos parques mais amados do paulistano, a unidade do Ibirapuera desse restaurante de sucesso torna a experiência ainda mais agradável – principalmente se você precisa de um respiro no meio do expediente. Para surpreender também o paladar, o La Carbonara (R$ 88), um clássicos da cozinha italiana, é feito como se manda a tradição: espaguete al dente, com gema de ovo caipira, guanciale, queijo pecorino e pimenta-do-reino. E, como já é uma marca do Bottega, o garçom faz o serviço à mesa, dando mais "charme” ao momento.
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Kureiji | Rua Guarará, 190 - Jardim Paulista
Ousadia é uma das características do menu do chef Adriano Kanashiro em seu restaurante – que, aliás, seu nome é como os japoneses pronunciam a palavra “crazy”, em inglês, que quer dizer louco. Se você gosta de comida japonesa, vai se surpreender com as combinações do chef, que mostra influência de Brasil e Gana (sim, ele trabalhou no país africano antes de retornar ao país) nas criações. A começar com o shari: seu arroz japonês temperado para sushi é feito a partir de um blend de grãos japonês e miniarroz com um pouco de tucupi. Dá para perceber bem essa delícia no califórnia batera sushi (R$ 96), onde esse arroz é prensado e selado na manteiga de garrafa e vira base para o blue crab, um caranguejo azul de carne levemente adocicada. Para suspirar em cada mordida.
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Marena Cucina | Rua Pais de Araújo, 138 - Itaim Bibi
Um dos restaurantes mais charmosos da cidade, no coração do Itaim Bibi, é bastante badalado à noite, com filas de espera, e durante o almoço de semana, é reduto de executivos da região, que buscam sua zona de conforto com pratos da cozinha italiana. Se quiser entender um pouco do sucesso do Marena, peça a burrata com figo, balsâmico, rúcula e presunto cru (R$ 105): pode parecer simples, mas o queijo fresco é feito na casa – faz a diferença no resultado e vira uma ótima entrada para dividir.
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Mocotó (Vila Leopoldina) | Rua Aroaba, 333 - Vila Leopoldina
Essa unidade do Mocotó, na Vila Leopoldina, tem a mesma atmosfera informal e acessível da casa-mãe, na Vila Medeiros – bom para quem está trabalhando na região, que não precisa gastar o precioso tempo de almoço no deslocamento. Além dos tradicionalíssimos dadinhos de tapioca, outro prato que marca o talento do chef Rodrigo Oliveira é a moqueca sertaneja (R$ 119,90), uma releitura vegana do prato em que o peixe dá lugar para o caju, a banana-da-terra, o maxixe e a abóbora, ingredientes que marcam a região de origem, com riqueza de sabores e textura. Ainda vem com arroz vermelho e farofa de castanha com coco queimado.
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Tanit | Rua Oscar Freire, 145 - Jardim Paulista
Quem é fã da cozinha espanhola conhece (ou deseja conhecer) o Tanit. O chef catalão Oscar Bosch é reconhecido pelos preparos típicos e contemporâneos no seu primeiro endereço na capital paulista. Uma das especialidades do chef são os arrozes, com três opções no cardápio. O potente arroz del mar (R$ 194), por exemplo, vem com o arroz formando o “socarrat” (aquele tostadinho no fundo da panela), depois de cozido em rico caldo de frutos do mar e servido com camarões, mexilhões e lulas grelhadas. Para comer sem pressa, apreciando cada garfada.
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Entre arte, passeios e exposições, descubra cinco endereços onde a programação cultural continua à mesa
Visitar museus e centros culturais é sempre um rolê gostoso demais, especialmente se tiver gastronomia envolvida. Em São Paulo, alguns dos principais endereços que reúnem arte, cultura e arquitetura também abrigam restaurantes que valem uma parada estratégica, seja para um café ou uma refeição antes, durante ou depois do passeio. Da cozinha brasileira aos sabores do Japão, reunimos cinco espaços culturais com bons restaurantes e cafés, provando como arte, cultura e gastronomia podem transformar o mesmo programa em uma experiência ainda mais completa e saborosa.
A Baianeira + Masp | Avenida Paulista, 1.510 - Bela Vista
Depois de visitar as exposições do MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand –, vale descer ao subsolo para conhecer a cozinha brasileira de Manuelle Ferraz, que comanda o restaurante A Baianeira. Natural de Almenara, no Vale do Jequitinhonha, a chef parte das memórias de uma infância entre Minas e Bahia para criar pratos que valorizam ingredientes, saberes e receitas muitas vezes deixados à margem da chamada alta gastronomia. A proposta dialoga com a própria vocação do museu de questionar hierarquias e aproximar diferentes manifestações culturais. No almoço, o cardápio traz pratos do dia, como estrogonofe de mignon (R$ 89) às terças e a feijoada maravilha (R$ 85) às quartas e sábados, e opções que são a cara da cozinha brasileira regional, como as moquecas de banana da terra com ora-pro-nóbis (R$ 75) ou de peixe e vatapá (R$ 99). Guarde um espacinho para a sobremesa, que pode ser desde um trivial queijo com doce (R$ 32) até uma caprichada mousse de cupuaçu com ganache e castanha-do-Pará (32).
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Aizomê + Japan House | Avenida Paulista, 52, 2º andar - Bela Vista
Circular pela Avenida Paulista já é um passeio, por si só, mas visitar a Japan House torna tudo ainda mais interessante. O edifício promove uma verdadeira imersão na cultura japonesa, e o mergulho cultural continua na gastronomia. No segundo andar do prédio está instalado o Aizomê, comandado pela chef Telma Shimizu. O restaurante, com mais duas unidades na capital paulista, acompanha a proposta do centro cultural de apresentar um Japão contemporâneo, sem perder de vista suas tradições e seus valores de hospitalidade. Os chamados “settos” são ótima pedida para o almoço, com arroz japonês, caldo, conserva, acompanhamentos e uma opção principal, tudo servido em bandejas de madeira. Entre as pedidas estão o karaaguê, com sobrecoxa de frango marinada, empanada e frita (R$ 90); o yakizakana, anchova grelhada no sal (R$ 92), e vegetariano, com tofu, legumes e cogumelos (R$ 81). No térreo, o Aizomê Café completa o passeio com uma seleta lista de bebidas com cafés, chás e infusões, além de doces de inspiração japonesa, como o choux cream de baunilha (R$ 25).
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Balaio + IMS | Avenida Paulista, 2.424 - Bela Vista
Uma visita ao Instituto Moreira Salles pode terminar (ou começar) à mesa do Balaio, restaurante criado pelo chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó, especialmente para o centro cultural. Assim como a programação do IMS reúne fotografia, cinema, música e literatura, o cardápio celebra a diversidade das cozinhas brasileiras, misturando ingredientes, técnicas e tradições de diferentes regiões do país. No térreo, o restaurante serve almoço diariamente e jantar às sextas e aos sábados, com pratos como a carne de sol de porco (R$ 116) com baião cremoso e cebola roxa e a lasanha caipira (R$ 99) de massa de couve, ricota fresca, bechamel de abóbora e queijos brasileiros. Há opções vegetarianas e veganas, além de coquetéis autorais inspirados em ingredientes nacionais. Para petiscar, claro, tem os tradicionais dadinhos de tapioca (R$ 38, seis unidades), criação do chef que se espalhou pelo Brasil inteiro. No quinto andar, o Balaio Café é uma boa parada para quem quer fazer uma pausa e saborear um cafezinho, ou provar um cuscuz de milho orgânico (R$ 21) com leite, manteiga e granola salgada – antes ou depois de explorar as exposições.
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Capim Santo + Solar Fábio Prado | Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano
Comandado pela chef Morena Leite, o Capim Santo, instalado no Solar Fábio Prado (antigo Museu da Casa Brasileira), é um oásis em meio à agitação da Faria Lima. Cercado por uma ampla área verde, o restaurante convida a desacelerar depois de visitar as exposições, apresentações e atividades culturais do Solar. Morena revisita pratos típicos brasileiros no menu, com um toque pessoal que reflete suas vivências e viagens. A seleção de petiscos é boa para dividir, como o croquete de palmito pupunha com molho de limão cravo (R$ 45) e os bolinhos de aipim com queijo Canastra e geleia de pimenta (R$ 44). Os pratos principais trazem opções para todos os gostos, de veganos e vegetarianos a criações que privilegiam os frutos do mar. O estrogonofe de cogumelos (R$ 92) vem com arroz sete cereais e palha de raízes, e bacana para quem não come carne. Para os fãs do tempero baiano, vale pedir o bobó de camarão (R$ 146) com farofa de dendê e mel. As sobremesas também apostam nos ingredientes brasileiros, desde a mousse de cacau (R$ 44), com nibs e creme de cupuaçu, até o crème brûlée de goiabada (R$ 44), servido com sorvete de queijo.
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Fitó Café + Pinacoteca de São Paulo | Praça da Luz, 2 - Bom Retiro
Depois de percorrer as galerias e os jardins do complexo da Pinacoteca de São Paulo, o Fitó Café é uma ótima parada para prolongar o passeio. Inspirado na tradição dos refeitórios brasileiros, o espaço acompanha o ritmo do museu com um cardápio servido ao longo de todo o dia, do café da manhã ao lanche da tarde. Entre as pedidas estão o cuscuz com ovo e queijo coalho (R$ 29), o sanduíche de mortadela no pão cascão da casa (R$ 45). Se a ideia é compartilhar, vá de dadinhos de tapioca com geleia de pimenta e abacaxi (R$ 40). A carta de cafés especiais traz grãos de diferentes origens brasileiras em versões coadas, espressos e bebidas geladas, como o cold tônica (R$ 24). Na sobremesa, o sorvete de tapioca com coco (R$ 25) e o affogato (R$ 35) podem encerrar a visita de forma doce.
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Pratos fartos e potentes servidos nessas casas paulistanas aquecem seu paladar nas merecidas pausas no trabalho
Quando a temperatura cai em São Paulo, nosso “mood” também muda: é o momento de tirar os casacos dos armários, de reforçar as doses de chás e cafés no escritório e de pensar em qual comida vai aplacar o frio na hora do almoço ou do fim de expediente com a equipe.
Para essa parte, o Guia Caju dá uma mãozinha. A seguir, você encontra feijoada, sopas, lámens, risotos e até fondue em cinco bares e restaurantes para curtir o inverno como se deve.
Alfândega Restaurante | Rua República do Iraque, 1.347 - Campo Belo
Nesta casa portuguesa, com certeza, o chef Eduardo de Castro enaltece os sabores potentes que dão fama à terrinha. Além dos tradicionalíssimos bacalhau à Brás (R$ 90) e arroz de pato (R$ 119), pratos que ganham atenção no inverno, há sugestões da estação também no menu-executivo durante a semana (por R$ 79,90, com entrada, prato principal e sobremesa), para ir com a equipe. Às quartas, por exemplo, figuram o caldo verde, a feijoada de frutos do mar e, para fechar, o icônico pastel de nata.
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Casa Santo Antônio | Avenida João Carlos da Silva Borges, 764 - Granja Julieta
Elegante e acolhedor, um dos destinos favoritos para almoços e jantares de negócios na região, o restaurante de raízes italianas comandado pelo chef Neto Lobato destaca os risotos para aproveitar o melhor da temporada. O de frutos do mar (R$ 149) e de parmesão de ragu de carne (R$ 104), já presentes no cardápio, ganham dois reforços no inverno: o risoto de ragu de linguiça (R$ 97), preparado com linguiça blumenau, radicchio e stracciatella, e o de abóbora (R$ 102), sugestão vegetariana que une funghi porcini e avelãs tostadas ao legume.
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Daruma Coffee | Rua Augusta, 1.917 - Cerqueira César
No segundo andar do Empório Daruma, bem próximo da avenida Paulista, o Daruma Coffee é destino certo para quem quer comer bem e elevar as temperaturas sem gastar muito. Os lámens (R$ 42), a especialidade do chef Zé-san, chegam fumegantes à mesa, e sempre vêm com alga nori, cebolinha, ovo, bambu, chashu (carne de porco), naruto (bolinha de peixe) e kikurage (cogumelo desidratado). O que muda é o caldo, à escolha do cliente: à base de galinha, com sal (shio) ou shoyu, e à base de porco, com sal, shoyu ou missô.
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Pirajá | Avenida Brigadeiro Faria Lima, 64 - Pinheiros
Reduto de boêmios na região de Pinheiros (que se multiplicou para mais de 14 unidades pela cidade), o bar firma suas raízes botequeiras tanto no ambiente descontraído quanto no cardápio, recheado de clássicos. E, por mais que seja um prato amado o ano todo, é no inverno que a feijuca da Tia Surica (R$ 89, individual, e R$ 169 para compartilhar) costuma ser saboreada sem culpa no almoço, de quartas e sábados. A cumbuca feijão-preto apurado com as carnes tradicionais vem acompanhada de arroz, farofa, couve, torresmo, linguiça, bisteca grelhada e molhinho apimentado.
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Praça São Lourenço | Rua Casa do Ator, 608 - Vila Olímpia
Um verdadeiro oásis em plena Vila Olímpia, conhecido pelo seu farto bufê no almoço e pratos feitos no forno a lenha, o restaurante também é famoso pelas fondues, preparo que atrai fãs quando a temperatura cai na cidade. Ideais para compartilhar durante o jantar, as novidades deste ano são a fondue de queijos premium (R$ 224), preparada com fontina e comté da Serra das Antas, chardonnay e noz-moscada, e a fondue de queijos e cogumelos (R$ 233), que combina os mesmos queijos artesanais aos cogumelos paris, shiitake e portobello salteados. Ambas são acompanhadas por tábua de frios ou de vegetais.
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