
Segunda a quinta, das 11h30 às 23h30
Sexta e sábado, das 11h30 à 0h
Domingo, das 11h30 às 23h30
“Nordestine-se”, aconselha esse restaurante em sua rede social. E qual a melhor forma (ou pelo menos a mais gostosa) de incorporar uma cultura senão através de sua gastronomia? E como todo estabelecimento nordestino que se preze, o Panelão do Norte oferece, além de um salão à caráter – com direito a xilogravuras nas paredes e a imagem de Padim Ciço a abençoar a refeição –, mesa farta com grandes travessas para colocar no centro da mesa e partilhar.
A própria disposição das mesas no espaçoso salão dá a deixa: prefira não ir sozinho ou prepare-se para voltar para o escritório com uma quentinha com comida para um batalhão. O baião de dois especial, por exemplo, serve bem até quatro pessoas. Por R$ 175, a receita chega à mesa acompanhada de quatro bifes de carne-de-sol, queijo coalho assado na chapa e mandioca cozida na manteiga. Antes, vale pedir uma porção de bolinho de jabá (R$ 45, cinco unidades) como abre-alas.
Se não der para reunir a equipe na hora do almoço, pergunte ao garçom sobre as opções de pratos executivos, em porções mais comedidas, como a vaca atolada (R$ 44), que combina costela cozida com mandioca, arroz branco e pirão, e o virado à paulista (R$ 47), com arroz, tutu de feijão, linguiça, banana, couve, ovo e bisteca.
Na ala das sobremesas, a cocada cremosa (R$ 28) chega à mesa com uma bola de sorvete de creme.
Vai para o happy hour? Dê uma olhada na seção de caipirinhas do cardápio, que dá a chance do cliente escolher com qual cachaça (ou vodca) quer a sua bebida. A do Sertão, por exemplo, que combina maracujá, caju e capim-limão, sai por a partir de R$ 29.




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