
Segunda a sexta, das 11h30 às 15h
Esqueça aquele clima baixo astral, comum em boa parte dos restaurantes com serviço de bufê. No Bacuri, além do salão bonito e agradável, a variedade, o frescor e o capricho dos pratos impressionam, ao ponto de dar para levar o chefe – quiçá um potencial cliente – para almoçar ali sem fazer feio. Mas chegue cedo, pois a fila se forma antes do meio-dia.
Sob a batuta do chef Gustavo Young, o bufê, ao preço de R$ 119 (o quilo), tem ótima oferta de saladas e antepastos. A depender do dia, chances de encontrar a salada caesar, o coleslaw thay, o brócolis teriyaki, queridinho da clientela, o homus de beterraba, o carpaccio fatiado na casa com alcaparras e mostarda de Dijon, e por aí vai…
Na ala dos pratos quentes, arroz (branco e integral) e feijão bem-feitos têm sempre. Mas há também pedidas mais inspiradas, como o arroz carreteiro, o nhoque de batata ao molho rústico ao sugo, o ravióli de muçarela de búfala, a moqueca, o estrogonofe (com direito à batata palha artesanal). Destaque para o franguinho crocante com chilli agridoce, a copa lombo ao molho barbecue, o polpetone, o filé de pescada empanado, a lula à provençal. Entre os acompanhamentos, couve-flor gratinada e vegetais tostados na churrasqueira são imperdíveis.
Para beber, torça para ter tangerina ou frutas vermelhas com laranja na oferta de sucos do dia (R$ 11).
Por mais R$ 9, dá para acrescentar uma sobremesa à refeição. São pedidas que valem a pena, como o brigadeiro de colher, a banoffee, o pudim de leite e o bolo de chocolate 70%, mas o destaque mesmo vai para a tarta de queso basca, leve, cremosa e saborosa, que, por vezes, ainda leva chocolate na massa.
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