
Seleção da Caju traz restaurantes e bares com propostas diferentes para a confraternização de fim de ano
Quem trabalha na avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e arredores encontra boas opções de lugares para organizar a festa da firma no final do ano. Para te ajudar nessa escolha, confira a seguir cinco sugestões de bares e restaurantes com pacotes especiais, com diferentes formatos e faixas de preço.
BKIN | Av. Padre Antônio José dos Santos, 1.188, Brooklin
Grandes mesas ao ar livre, salão arborizado, espreguiçadeiras… o bar fica pertinho da Berrini, mas nem parece. Nesse clima, reúna a equipe para celebrar o fim de mais um ano com chope gelado (a partir de R$ 15) e petiscos como o bolinho do Psiu (R$ 47, oito unidades), de abóbora recheado com carne-seca e servido com molhinho de pimenta caseiro, e os dadinhos de tapioca (R$ 44), acompanhados de geleia de goiaba picante. Há também porções que saem da grelha, como o mix de carnes (picanha, bife ancho, linguiça, coxa e sobrecoxa desossada; R$ 270) servido com arroz biro-biro, farofa, vinagrete e fritas, para dividir com até quatro pessoas. A casa também trabalha com pacotes especiais para empresas, com serviço ilimitado de petiscos e bebidas a partir de R$ 210.

Boa Praça | R. Oscar Rodrigues Cajado Filho, 237, Chácara Santo Antônio
Com parte das mesas ao ar livre, o boteco tem mesmo um clima gostoso de praça, bom para reunir a equipe e confraternizar à vontade. Sem complicações, além de aceitar reserva online para até 60 pessoas, a casa trabalha com esquema de comanda individual para cada um pagar a sua conta. No cardápio, chopes (a partir de R$ 13) fazem tabelas com petiscos, como as iscas de peixe empanadas e servidas com molho tártaro, e as fritas Marechal, turbinadas com calabresa, frango à passarinho, alho frito e maionese verde (R$ 51,90 cada). Empresas que se interessarem pela proposta do bar, que também tem música ao vivo como atração, podem fechar pacotes a partir de R$ 230 por pessoa.

Canvas | Hilton São Paulo Morumbi - Av. das Nações Unidas, 12.901, Brooklin
No mezanino do hotel Hilton, com salão que mais parece uma galeria de arte, o restaurante de cozinha variada (com forte queda pelos sabores do Brasil) oferece diferentes pacotes para grandes confraternizações (até 104 pessoas). A versão coquetel (R$ 147 por pessoa para uma hora de evento; para cada hora adicional, será cobrado 50% do valor) inclui cinco beliscos à escolha, como o atum defumado e tucupi preto no beiju ou o bolinho de arroz com maionese de pequi. Já se a ideia é oferecer um jantar à equipe, o pacote mais em conta sai por R$ 275 por pessoa e inclui uma opção de entrada, uma de principal (que pode ser, por exemplo, o arroz de pato com tucupi) e uma de sobremesa. Reservas podem ser feitas por email (canvas.morumbi@hilton.com), com até quatro dias de antecedência.

Quintana Bar | R. Alessandro Volta, 151, Brooklin
No coração do Brooklin, esse bar de alma sulista tem diferentes soluções para quem busca um lugar para celebrar com a equipe no final do ano. Com três horas de duração, os pacotes custam a partir de R$ 280 por pessoa e incluem beliscos na chegada, petiscos, com direito a varal de frios, canapés, torresmo, caldinho de feijão, entre outros comes, e seleção de caipirinhas. Quem preferir pode, ainda, customizar a experiência com pratos para almoço ou jantar por valores extras. Reservas podem ser feitas pelo Whatsapp (11-98773-0079).

Veríssimo | Rua Flórida, 1.488, Brooklin
Neste gastrobar que celebra Luís Fernando Veríssimo, os encontros de final de ano têm duração de até três horas, com cardápio fechado especial. Batizado de Menu Confraternização, o pacote (R$ 280 por pessoa) traz uma seleção de comidinhas, como o croquete de carne de panela, o mix de pastéis e as batatas bravas com aïoli, e open bar de bebidas, que pode incluir até seleção de caipirinhas. Não há sala privativa, o evento ocorre no próprio salão de pé-direito alto, com bom espaço entre as mesas e clima informal. Reservas: (11) 95244-0204.

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Conheça restaurantes e cafés que valorizam a atuação dos garçons no salão
Convenhamos, comida bem-feita é (ou deveria ser) o grande trunfo de um restaurante, mas há detalhes, como a apresentação dos pratos e a cordialidade do atendimento, que ajudam a elevar a experiência e, acredite, não passam despercebidos. Como prova de que a mise en scène importa, sim, o Guia Caju destaca cinco pratos que ficaram famosos também por sua finalização, feita às vistas do cliente. São pedidas que chegam à mesa quase prontas, à espera, digamos, da cereja do bolo, que muda todo o serviço.
Dalva e Dito | Rua Padre João Manuel, 1.115 - Cerqueira César
Quem diria: um dos pratos mais famosos do chef Alex Atala ganhou fama justamente por conta do serviço, que é feito à mesa. Tirando proveito da consistência cremosa e elástica do aligot, o garçom faz quase um malabarismo à mesa, um puxa e estica com duas colheres, para servi-lo na companhia do medalhão (R$ 170). A receita desse clássico purê de batatas com sotaque francês, a saber, é feita na casa com queijos minas e gruyère.

Komah | Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda
Pela descrição do cardápio, pode até parecer um prato simplório: arroz salteado com kimchi (acelga fermentada e apimentada) com omelete cremoso (R$ 78). Ocorre que esse omelete, preparado conforme a cartilha francesa, transforma o serviço num grande espetáculo (mas, que fique claro, o sabor do prato é igualmente surpreendente). Ele chega à mesa como quem não quer nada, enrolado por cima do arroz, mas quando o garçom faz um leve corte transversal na sua superfície (prepare a câmera!), ele revela uma cremosidade ímpar, que faz toda a diferença.

Bosco | Rua João Moura, 976 - Pinheiros
Nesta casa de cozinha italiana, o serviço eleva ainda mais a experiência da burrata (R$ 72), que aparece como sugestão de entrada do cardápio. Pois a bolota de queijo fresco e cremoso, temperada com sal maldon e amêndoas tostadas, chega à mesa coroada por um belo naco de favo de mel orgânico de Santa Catarina. Antes de servi-la, o garçom saca um maçarico para tostar levemente o favo, fazendo com que o mel escorra pelo prato. Pão da casa, de longa fermentação, acompanha.

La Casserole | Largo Do Arouche, 346 - República
Feito à moda antiga, o serviço do steak tartare (R$ 99) desse restaurante francês é um dos mais especiais da cidade. Em vez do prato pronto, o maître traz à mesa a mise en place da receita, ou seja o filé-mignon picado na ponta da faca, a cebola, as alcaparras, a mostarda de Dijon, o catchup, a salsinha, o molho inglês… tudo em potinhos separados. Sob o olhar atento dos clientes, os ingredientes são charmosamente misturados, um a um. A pedida, uma das pratas da casa, pode ser pedida como principal ou compartilhada como entrada.

MAG Market | Rua Dr. Renato Paes de Barros, 433 - Itaim Bibi
Nem precisava, mas o serviço do famoso bolo “chocolatudo” da chef Tássia Magalhães torna a experiência ainda mais tentadora. Tente imaginar a cena: uma generosa fatia de bolo, formada por duas camadas de massa de chocolate, divididas por uma camada de recheio denso e cremoso de chocolate meio amargo, chega à mesa para receber, às vistas do cliente, a cobertura e quentinha de chocolate, servida sem miséria (R$ 36). Indulgência pura!


Um restaurante, bar ou qualquer que seja o estabelecimento do setor de restauração não se sustenta apenas com comida e bebida boa. Há outros fatores importantíssimos envolvidos nessa equação: administração do negócio, gestão de pessoas, hospitalidade, eficiência do serviço… Se você já empreende ou está pensando em se aventurar no ramo, confira a seguir cinco dicas de leituras que podem não só impulsionar o seu negócio como melhorar a sua relação com o trabalho, a equipe e os clientes.
Cartas a um jovem chef | Laurent Suaudeau (Elsevier)
Como quem escreve uma carta a um jovem que está começando na área, por meio de perguntas e respostas, o chef Laurent Suaudeau destrincha a profissão, fornecendo informações valiosas a todos os interessados nesse universo. Além disso, o autor, como não poderia deixar de fazer, fala sobre sua trajetória, sobre o legado dos grandes mestres da culinária francesa, a importância cultural da alimentação e o que realmente distingue um cozinheiro de um grande chef de cuisine.

Cozinha Confidencial | Anthony Bourdain (Companhia de Mesa)
Sem filtros – e com altos níveis de maldade e humor –, Anthony Bourdain conta todos os segredos da profissão, enquanto aproveita para fazer certo espetáculo autobiográfico. É como diz a cronista Nina Horta na orelha do livro: "em meio a nuvens de fumaça de maconha, quantidades importantes de cocaína, outras várias drogas e uma animada atividade sexual, Bourdain mistura lembranças e comentários, com direito a mafiosos e Frank Sinatra, muito derramamento de sangue, bebedeiras gigantescas, pitadas de suspense e uma alegria atordoante no ar."

Gastronomia, restaurantes e comportamento do consumidor | Donald Sloan (Manole)
A formação do paladar gastronômico e o comportamento do consumidor são o foco deste livro organizado por Donald Sloan, que reúne artigos de renomados pesquisadores e estudiosos da sociologia da alimentação. O conteúdo mostra como classe social, raça, religião, idade, formação, saúde e ambiente social moldam as nossas atitudes diante do alimento, nossas preferências alimentares e os motivos norteadores da escolha dos indivíduos por determinado restaurante.

Hospitalidade e Negócios: O rei da gastronomia de Nova York conta o segredo do sucesso | Danny Meyer (Novo Conceito)
Danny Meyer narra a sua trajetória na restauração, que vai do fascínio pela comida na infância ao seu atual posto de CEO do Union Square Hospitality Group, detentor de vários restaurantes em Nova York. Com pitadas cheias de perspicácia sobre chefs, colegas, clientes, orientadores e familiares, Meyer leva o leitor para os bastidores dos melhores restaurantes dos Estados Unidos e, além disso, descreve a sua fórmula de sucesso, cuja essência está em selecionar e motivar empregados excepcionais, num sistema de administração de baixo para cima.

Hospitalidade Irracional: O extraordinário poder de dar às pessoas mais do que elas merecem | Wiil Guidara (Alta Books)
Depois de transformar uma brasserie que ia mal das pernas num restaurante com três estrelas Michelin – e melhor do mundo em 2017 –, Will Guidara compartilha com o leitor dicas preciosas para quem almeja ter um negócio alla Eleven Madison Park para chamar de seu. E o segredo do sucesso, para além da comida e bebida, está na hospitalidade e nas conexões humanas. O autor narra histórias sinceras, com observações perspicazes e uma linguagem envolvente e divertida.


No Dia Internacional da Mulher, aproveite para prestigiar lugares com liderança feminina, nos negócios ou na cozinha, recomendados pelo Guia
Lugar de mulher é na cozinha… e em qualquer outro lugar onde ela quiser estar – inclusive no comando de restaurantes e bares, na administração do negócio, bem longe do calor do fogão. Mas, sejamos francos, o setor da restauração não é um mar de rosas para mulheres – muito pelo contrário.
Há ainda, em pleno 2026, a falsa (e machista e misógina) ideia de que o protagonismo da mulher reserva-se à cozinha doméstica, enquanto a cozinha profissional, principalmente os cargos de chefia, volta-se aos homens. E não são poucos, aliás, os relatos de mulheres que sofreram e sofrem, todos os dias, assédio dentro de um restaurante ou bar.
Que outra melhor forma de lutar contra o machismo dentro da cozinha senão brilhando no exercício da profissão?! Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, o Guia Caju fez uma lista de ótimos restaurantes e bares comandados por mulheres, seja na cozinha ou fora dela.
A Casa de Antonia, da chef Andrea Vieira
Aizomê, da chef Telma Shimizu
AK Deli, da chef Andrea Kaufmann
Arabia, da chef Leila Kuczynski
Bar da Dona Onça, da Janaina Torres
Carrito Organic, da chef Camila Borba
Condimento Café & Bistrô, da chef Carol Doher
Jiquitaia, da restautrice Nina Bastos
Joya Boulangerie, da chef Isabela Honda
La Casserole, da restauratrice Marie France Henry
Manioca da Mata, da chef Helena Rizzo
Marcha e Sai, da chef Tatiana Szeles
Mi.Ado, da chef Renata Vanzetto
Pato Rei, da chef Larissa Taketa
Quincho, da chef Mari Sciotti

Roteiro traz uma seleção de pratos pensados para colocar no centro da mesa
Que fique claro antes de mais nada: esse roteiro não é voltado para pessoas que comem pouco e gostam de dividir o prato (inclusive os que são de fato para um). Não se trata disso. O Guia Caju fez uma seleção de pratos que foram realmente pensados para serem compartilhados no centro da mesa. E a oferta é variada, vai do clássico baião de dois ao frango assado inteiro e recheado, passando pelo bom e velho filé à parmegiana. Confira!
A Casa do Porco | Rua Araújo, 124 - República
“Curte cabeça de porco?”, indaga o chef Jefferson Rueda no cardápio. Se a resposta for sim, saiba que o corte faz parte daqueles porcos inteiros, assados às vistas da clientela, que dão origem ao famoso Porco Sanzé (R$ 115), grande estrela da casa. Mas como porco, até onde se sabe, tem uma só cabeça, é preciso reservar a pedida para não correr o risco de ficar sem (ficam disponíveis duas ou três por dia). Ela chega à mesa inteira para só então ser fatiada e entrega pedaços de carne macios, suculentos e com direito à pele croc-croc. Custa R$ 498 e serve até quatro pessoas.

Hospedaria | Rua Borges de Figueiredo, 82 - Mooca
Cá entre nós, comida de vó que se preze precisa ser farta e para compartilhar no centro da mesa. Pois é assim que o Parmeggiana da Nonna, com filé à milanesa de angus, preparado no forno a lenha com molho de tomate, creme de queijo meia cura, manjericão e azeite, da casa do chef Fellipe Zanuto é servido. Não bastasse, macarrão parafuso acompanha. Custa R$ 179 e serve duas pessoas, mas se o apetite for comedido, serve três.

Lobozó | Rua Medeiros de Albuquerque, 436 - Vila Madalena
Frango assado na televisão de cachorro tem cara de almoço dominical em família? Tem, sim, mas não só. Neste restaurante de comida caipira da Paulistânia, o frango orgânico assado pode ser compartilhado em equipe no almoço de segunda a sexta-feira (às terças, a casa não abre). A ave é recheada com um mexidão (lobozó) de linguiça, amendoim, bacon e farinha (R$ 128). Para acompanhar, peça à parte uma porção de salada de batata com maionese (R$ 27), de arroz branco (R$ 19) e de feijão gordo (R$ 34).

Panelão do Norte | Rua Namaxi, 155 - Penha
Compartilhar é quase regra nessa casa de cozinha nordestina, cujos carros-chefes são todos para três ou quatro pessoas. Por R$ 175, o baião de dois especial, por exemplo, chega à mesa acompanhado de quatro bifes de carne-de-sol, queijo coalho assado na chapa e mandioca cozida na manteiga. Outra boa pedida é a costela no bafo à moda da casa (R$ 189), servida com mandioca cremosa, pimenta-biquinho, azeitonas, feijão de corda e arroz branco.

Sushi Hiroshi | Rua Capitão Manuel Novaes, 189 - Santana
A equipe bateu a meta? Que tal comemorar dividindo uma senhora barça de sushis e sashimis?! Nesta tradicional casa da zona norte da cidade, o combinado Simples (R$ 301), por exemplo, reúne 40 fatias de sashimi (de peixes e frutos do mar), quatro niguiri de peixe, um kani, um camarão, três tekkamaki e quatro kappamaki. Ou ainda completar com uma generosa porção de tempura misto, com legumes e camarões (R$ 147).


Confira cinco lugares que levam a sério a arte de combinar pães e recheios
Comer um sanduíche no almoço, nem sempre, é sinal de improviso para driblar o tempo corrido durante o expediente. Há dias, cá entre nós, que bate aquela vontade de deixar o combo arroz, feijão, carne e salada de lado e se jogar num belo de um sanduba.
Para matar esse desejo, o Guia Caju selecionou cinco lugares especializados em sanduíches, que oferecem versões tão caprichadas, que valem tranquilamente por uma refeição. As combinações e estilos são os mais variados, mas há duas regrinhas inegociáveis: trabalhar com ótimos pães e ingredientes de primeira para compor os recheios.
Maialino Panino | Rua Cônego Eugênio Leite, 464 - Pinheiros
Fincada no quarteirão colado à rua dos Pinheiros, essa casa de sanduíches aposta – como o nome dá pistas – nas receitas com sotaque italiano. Os sanduíches são montados em focaccias fermentadas naturalmente, que resultam num pão de miolo macio e aerado, com casquinha crocante e dourada. Entre as pedidas, destaque para o Carpaccio (R$ 59), que combina finas fatias de carne, pasta de alcaparras, picles de cebola roxa, rúcula e uma “nuvem” de parmesão, e para o Caprese (R$ 55), com pasta de tomate, rúcula, pesto e queijo de búfala em fatias. Mix de chips (batata doce e batata asterix) acompanha todos os sanduíches.

Matilda Lanches | Rua Bela Cintra, 1.541 - Jardins
A casa de lanches da chef Renata Vanzetto tem no cardápio, além dos hambúrgueres, boas opções de sanduíches de frango, como Bun Bah (R$ 49), que combina frango crocante, guacamole, maionese spicy, picles de cebola roxa, folhas de coentro e tomate no recheio do brioche. Já na ala dos veggies, destaque para o Vietnamita (R$ 45), uma baguete recheada com shiitake, palitinhos de cenoura, guacamole, folhas de coentro, pimenta jalapeño em conserva e picles.

Notorious Fish | Rua Padre Carvalho, 123 - Pinheiros
Peixes e frutos do mar são as grandes estrelas dessa casa de sanduíches. O The Notorious Filet O’Fish (R$ 33), um dos queridinhos do cardápio, traz o peixe empanado em farinha panko, queijo cheddar e molho tártaro no meio de um macio pão de ovo. Já o Choripolvo (R$ 67) lembra o formato do clássico pão com linguiça, mas, nesse caso, é o tentáculo do polvo chapeado que faz as vezes do embutido. Chimichurri e aïoli complementam a pedida.

Sanduteca | Avenida São Luís, 187, Galeria Metrópole - República
Os pães desta casa, instalada na icônica Galeria Metrópole, funcionam como passaporte para viajar pelo mundo. Explica-se: o cardápio oferece pedidas caprichadas, com diferentes sotaques, como o Frango frito coreano (R$ 46), que traz o brioche recheado com sobrecoxa de frango empanada e frita, molho agridoce, coleslaw de kimchi, picles de pepino, maionese de gochujang. Quem preferir uma versão com frango grelhado pode apostar no Caesar Salad (R$ 44), com maionese caesar, ovos perfeitos, pancetta e alface no shokupan. Já o almôndegas italianas (R$ 46) é montado na ciabatta e combina, além das bolotas de carne, molho vodca, pesto, aïoli de alho confit e parmesão.

Toscana Focacceria | Rua dos Pinheiros, 257 – Pinheiros
Os panini, sanduíches montados na focaccia, são o foco desta casa instalada na rua dos Pinheiros. Entre as oito opções do cardápio, a Napoli (R$ 73) combina salame, abobrinha marinada, mussarela de búfala, pesto de manjericão e tomate confit. Já a Parma (R$ 74) leva presunto de Parma, creme de parmesão, tomate seco marinado, mussarela de búfala e rúcula. Se não estiver com muita fome, considere dividir o seu panino ou pedi-lo na versão “piccolo”, que, além de menor, sai mais em conta.

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Confira cinco restaurantes que oferecem saladas caprichadas, que passam longe da monotonia
Convenhamos, se é para comer salada na hora do almoço, que seja uma versão caprichada e substanciosa, que dê conta de substituir uma refeição. Se você é dessa turma dos que gostam de pegar leve durante a semana, confira nossa seleção de saladonas pinçadas de cardápios de cinco restaurantes em São Paulo.
São receitas assinadas por chefs, que passam longe do clássico mix de folhas com tomate e cenoura ralada. Elas incluem molhos saborosos, frutas, queijos, castanhas, cogumelos, peixe, frango e por aí vai. Fale a verdade: assim dá até gosto de comer salada!
Mug | Rua Pamplona, 145, Praça Pamplona – Bela Vista
Difícil resistir às caprichadas tostadas ou aos sanduíches, como o de pastrami, da casa, mas, há sim, opções interessantes no cardápio para quem deseja pegar mais leve. A salada Braúna (R$ 42), por exemplo, combina mix de folhas, tomate cereja, amêndoas, queijo de cabra e molho pesto. Quem quiser, pode, ainda, reforçar a pedida com um filé de frango (R$ 10).
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Botanikafé | Alameda Lorena, 1.765 - Jardins
Nesta casa de clima praiano, dá para escolher entre a clássica salada caesar (R$ 76), que combina alface romana, molho caesar vegetariano, frango grelhado, queijo parmigiano reggiano e croûtons (vegetarianos podem substituir o frango por tempeh) e a versão batizada de tuna crispy rice (R$ 80), com mix de folhas, atum selado, arroz crocante, pepino, cenoura, repolho roxo, picles de cebola roxa, edamame, cebolinha e gergelim.

Dalva e Dito | Rua Padre João Manuel, 1.115 - Cerqueira César
O chef Alex Atala oferece uma versão interessante da clássica salada niçoise neste restaurante. A receita combina ovo mollet, atum branqueado, folhas frescas, cebola roxa, azeitonas e legumes da estação (R$ 89), que tal?

Mocotó | Rua Aroaba, 333 - Vila Leopoldina
A seção de “saladonas”, como faz questão de enfatizar o cardápio, do chef Rodrigo Oliveira inclui a versão Do Cajueiro (R$ 54,90), com nosso querido caju, queijo da serra da Canastra, castanhas torradas e molho de mel e pimenta, e a Porquinha (R$ 59,90), que combina alface romana, filé de porco grelhado, croûtons, queijo Tulha e molho caesar.
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Pirajá | Avenida Brigadeiro Faria Lima, 64 - Pinheiros
A Filó (R$ 56) é uma salada que tem a cara da “baixa gastronomia” carioca: mix de folhas incrementado com uma seleção de acepipes do bar (berinjela escabeche, batata bolinha, azeitona e gorgonzola). E por mais R$ 10, a pedida chega à mesa reforçada por um filé de frango grelhado.

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Nem só com boa comida e bebida se faz a reputação de um restaurante; atendimento também precisa conquistar os clientes
O serviço no salão tem tanta influência na experiência do cliente num restaurante quanto o desempenho da cozinha. É a equipe de sala, inclusive, quem segura as pontas quando os pratos estão atrasados, quando o pedido vem errado ou quando a carne é servida fora do ponto desejado, por exemplo. Haja jogo de cintura.
Se o cliente não é bem tratado ou atendido, dificilmente ele voltará, por mais que a comida seja deliciosa. Confira, a seguir, cinco restaurantes que levam o serviço a sério e dão um show de entretenimento e hospitalidade.
Cepa | Praça dos Omaguás, 110 - Pinheiros
Lucas Dante e Gabrielli Fleming são uma dupla infalível. Enquanto ele cuida de tudo na cozinha, com receitas autorais e contemporâneas impecáveis, ela orquestra o salão para que o serviço – que é atencioso, mas que dispensa formalidades – transcorra à altura das receitas. Sommelière, é ela também quem cuida da carta de vinhos do restaurante e sugere harmonizações certeiras para os pratos que o chef prepara.
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D.O.M. | Rua Barão de Capanema, 549 - Jardins
Com uma extensa degustação de 12 etapas – como é o caso do menu atual do restaurante –, dá para imaginar que o chef Alex Atala (e o subchef Geovane Carneiro idem) não consegue sair toda hora da cozinha para explicar aos clientes do que se trata cada prato que é servido. Mas não importa, a equipe da sala, formada pelo sommelier Luciano Freitas e por garçons afinadíssimos, como Will Silva, dá conta do recado lindamente, trazendo detalhes dos preparos, dos vinhos e das histórias que embalam a temporada na ponta da língua.
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Evvai | Rua Joaquim Antunes, 108 - Pinheiros
Muito antes dos pratos do chef Luiz Filipe Souza começarem a ser servidos, a equipe de sala desse premiado restaurante começa o seu show – destaque para o serviço de vinhos, capitaneado por Marcelo Fonseca, que acaba de ser eleito sommelier do ano pelo guia Michelin. A hora da sobremesa também é um caso à parte: o famoso picolé da chef-confeiteira Bianca Mirabili, que já é uma das marcas da casa, vem num carrinho equipado com uma buzina (daquelas de sorveteiro de rua mesmo). O sabor muda a cada menu e a finalização da guloseima é feita na frente dos clientes
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La Casserole | Largo Do Arouche, 346 - República
O serviço neste restaurante francês é feito à moda antiga: garçons de terno branco e gravata borboleta têm o “estranho” hábito de chamar os habitués da casa pelo nome – e, como se não bastasse, ainda costumam saber de cor quais são os seus pratos preferidos. O pedido do steak tartare é um caso à parte: o filé-mignon picado na ponta da faca, o ketchup, a mostarda de Dijon, a cebola, as alcaparras, a gema de ovo e complementos chegam à mesa separados e são (deliciosamente) misturados na frente do cliente pelo maître.
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Tuju | Rua Frei Galvão, 135 - Jardim Paulistano
Como deixar de fora dessa lista um restaurante que detém o título “Art of Hospitality” do Latin America’s 50 Best (2024) – que reconhece a excelência na experiência e no atendimento de um restaurante – e que cujo maître, Rodrigo Cavalcante, recebeu, em 2025, o prêmio de Profissional de Serviço do Ano pelo guia Michelin? Não à toa. Quem vai jantar na casa do chef Ivan Ralston se sente cuidado do momento que passa pela porta de entrada até a hora de ir embora – a brigada se comunica via rádio e acompanha os movimentos do cliente pelo restaurante (o que explica a porta do salão abrir magicamente conforme você se aproxima dela). Impecável, o serviço mais parece um espetáculo de ballet, cujos movimentos são incansavelmente ensaiados para que todos os pratos pousem à mesa exatamente ao mesmo tempo.
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Vai trabalhar no feriado? Confira restaurantes que operam normalmente e são alheios à folia
Se você não é um dos sortudos que vai folgar entre os dias 16 e 18 de fevereiro – o Carnaval, a saber, é considerado ponto facultativo na cidade de São Paulo –, é conveniente começar a pensar aonde vai almoçar durante os dias de folia alheia, já que nem todos os restaurantes estarão abertos. Para não te deixar na mão, o Guia Caju montou um roteiro com sete bons lugares que vão operar normalmente; confira a seguir.
Centro
La Casserole | Largo Do Arouche, 346 - República
Se você é daqueles que acham que merecem se mimar, só porque vão trabalhar no feriado, então, dirija-se até o largo do Arouche e delicie-se com um autêntico almoço francês. Entre as pedidas, destaque para o filet Henri IV (R$ 136), que combina tournedos de filé-mignon ao molho béarnaise com levíssimas batatas soufflées, e para as moules et frites (R$ 118), clássicos mexilhões ao molho ao vinho branco e ervas com batatas fritas. Também merece um docinho? Vá de crêpes Suzette (R$ 44), flambados com laranja, Grand Marnier e conhaque. Boa notícia: o Menu Formule, que é o executivo da casa, estará em cartaz durante os dias de carnaval.

Cuia | Avenida Ipiranga, 200, térreo, Edifício Copan – República
No térreo do edifício Copan, o restaurante da chef Bel Coelho pode ser o seu refúgio em meio à folia de bloquinhos do centro – ele funcionará em horário especial durante os dias de carnaval. Comece com o clássico tempurá de lula na tapioca e ponzu de caju (R$ 49), que dá para compartilhar como entrada, e emende com o orecchiette com molho de cogumelos, espinafre, puxuri e amêndoas laminadas (R$ 59). Outra boa pedida, o baião de dois (R$ 61), é preparado com feijão manteiguinha, pimenta de cheiro, abóbora e linguiça artesanal; por mais R$ 6 acrescenta-se ao prato um ovo frito.
Horário especial: 14 e 15/2 (sáb. e dom.), das 10h às 17h; 16/2 (seg.), das 10h às 16h; 17/2 (ter.), das 10h às 17h

Faria Lima/Pinheiros
Adega Santiago | Rua Dr. Melo Alves, 728 - Cerqueira César
Com três unidades da cidade, esse bar-restaurante de cozinha ibérica vai funcionar em horário estendido durante o Carnaval. O picadinho da Adega (R$ 94) chega à mesa com arroz, couve, ovo frito e pastel. Agora, se você vai tratar esse almoço como exceção – e abrir alas para uma bela folia gastronômica –, a bacalhoada na lenha (R$ 279 para uma pessoa), incrementada com pimentões, tomate, cebola, batata, ovo e azeitona, é um dos destaques do cardápio.
Horário especial: 14/2 (sáb.), das 12h às 00h; 15/2 (dom.), das 12h às 22h; 16/2 (seg.), das 12h às 23h; 17/2 (ter.), das 12h às 23h; 18/2 (qua.), das 12h às 23h

Mares de La Peruana | Rua Ferreira de Araújo, 299 - Pinheiros
Se o trabalhador não vai até a praia neste Carnaval, ao menos a brisa do mar vem até o trabalhador com os pratos da chef Marisabel Woodman, dedicados ao litoral andino. Entre as pedidas, destaque para novidades como o guioza de camarão com ponzu de melancia e chili crispy de coentro (R$ 59), que cai bem como entrada para compartilhar, e para a fregola com molho nantua, pimentão vermelho, salsinha e camarão grelhado (R$ 165). Para beber, vá de chicha morada (R$ 17), suco feito de milho roxo, típico do Peru, incrementado com canela, cravo-da-índia, abacaxi, limão e açúcar.

Le Jazz Brasserie | Rua dos Pinheiros, 254 - Pinheiros
Fãs do Le Jazz que vão trabalhar durante o Carnaval podem respirar aliviados: apesar da intensa programação de bloquinhos em Pinheiros, a casa abrirá normalmente em meio à folia. Se a ideia for pegar leve, vá como a salade falafel du Marais (R$ 62), que combina mix de folhas com molho de tahine, tomate, pepino, cebola-roxa, ervas e bolinhos de grão-de-bico e gergelim. Pedida certeira, o steak tartare (R$ 88) chega à mesa na companhia de salada verde e fritas. De sobremesa, não deixe passar a tarte fine aux pommes (R$ 34), torta quente e recheada com fatias finíssimas de maçã, servida com sorvete caseiro de baunilha.

Paulista
Aizomê - Japan House | Avenida Paulista, 52, 2º andar, Japan House São Paulo - Bela Vista
Instalado no último andar da Japan House, o restaurante da chef Telma Shiraishi opera normalmente durante o carnaval, longe dos perigos dos bloquinhos. Quem precisa poupar o saldo do seu Caju encontra nos settos (espécie de combo japonês) as pedidas mais em conta. O de karaague, por exemplo, combina sobrecoxa de frango marinada, empanada e frita com gohan, missoshiru, salada, tsukemono e kobachis e custa R$ 78. Com os mesmos acompanhamentos, a versão vegetariana (R$ 70) tem como estrela o tofu grelhado com legumes e cogumelos.

A Casa de Antonia | Avenida Paulista, 2.073, Conjunto Nacional - Bela Vista
Dentro do Conjunto Nacional, o restaurante é boa alternativa para quem vai trabalhar durante o Carnaval e está em busca de um local calmo e agradável para almoçar, com a vantagem do menu caprichado, que oferece pedidas para todas as horas do dia, incluindo os cafés da manhã e da tarde. Na ala dos sanduíches, o clássico BLT (R$ 51) reúne bacon, alface, tomate e maionese de ervas no recheio do pão campagne. Já entre os pratos, prove a língua bourguignon (R$ 76), cozida no vinho tinto com bacon, legumes e cogumelos, acompanhada de batatas, ou a moqueca de pupunha (R$ 71), com quiabo e banana-da-terra, servida com arroz de coco. A casa não servirá menu-executivo no período.

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Cinco endereços, com propostas e tipos de cozinha distintos, que lhe dão a chance de beber moderadamente na hora do almoço
Que o consumo de álcool não combina com trabalho, isso já sabemos. Mas há momentos especiais que tornam possível uma taça de vinho durante a refeição na semana, seja um almoço de confraternização ou até uma reunião de negócios à mesa. Se a ideia é ampliar a experiência gastronômica com uma harmonização, o Guia Caju lhe ajuda a encontrar um match de respeito – mas sempre com moderação.
Lobozó | Rua Medeiros de Albuquerque, 436 - Vila Madalena
O restaurante de cozinha caipira tem uma baita carta de vinhos brancos, laranjas, rosés e tintos, mas, caso seus companheiros de almoço não aceitem partilhar uma garrafa, saiba que você pode pedir uma tacinha ao preço de R$ 30 a R$ 35, a depender dos rótulos disponíveis no dia. Pergunte ao garçom o que mais combina com o cuscuz de camarão (R$ 99) ou com o lobozó de linguiça, amendoim e bacon (R$ 89), por exemplo.
Marcha e Sai | Rua Sabará, 473 - Higienópolis
Descontração é a palavra de ordem no restaurante da Tatiana Szeles, em Higienópolis. Em um dia sem chuva, a pedida é se sentar numa das cadeiras de praia na calçada da casa, com uma taça de vinho na mão, enquanto aguarda a chef finalizar o seu prato. O cardápio muda a cada dia – na visita do Guia Caju, pudemos saborear delícias como lasanha de couve-flor com queijo de ovelha e molho de tomate (R$ 60). E com a seleção de rótulos não seria diferente, mas o preço da taça de branco ou tinto sempre gira em torno de R$ 40.
The Fresh Goodies | Rua Lopes Neto, 15 – Itaim Bibi
Um pouco de salada, um pouco de… Se você também concorda que equilíbrio é tudo, vai gostar de saber que o menu desta casa com pegada saudável tem uma seleção de rótulos em taça para acompanhar os pratos proteicos, low carb, low calories e afins. O valor das taças vai de R$ 48 a R$ 65.
The Kith | Avenida Rebouças, 3.875 - Pinheiros
De segunda a sexta no almoço, que tal aproveitar o menu-executivo, para o qual basta escolher um prato principal do cardápio para ganhar a entrada, e ainda pedir uma tacinha de vinho da casa (R$ 20, preço exclusivo do executivo) para acompanhar? Uma combinação pode ser a lasanha de abobrinha ao pesto (R$ 64) com a salada fatouche de entrada e, por mais R$ 10, acrescentar um pudim de leite ao final da refeição.
Toscana Focacceria | Rua dos Pinheiros, 257 – Pinheiros
As caprichadas focaccias da casa, como a Bologna (R$ 62), recheada com pesto de pistache, mortadela italiana e stracciatella de burrata, e as massas do menu-executivo (R$ 68), como o rigatoni al pomodoro, podem ser acompanhadas com uma tacinha de vinho, branco, rosé ou tinto. O valor da taça é R$ 39 e a seleção de rótulos muda de acordo com o dia.

As vending machine estão chegando de mansinho por aqui; veja onde encontrá-las
Elas são muito comuns no Japão – principalmente nos restaurantes de lámen –, mas, por aqui, as vending machine ainda causam certo frisson (repare nas redes sociais). Em comum, elas têm uma carcaça cheia de grandes botões, que trazem fotos e/ou descrições dos comes e bebes disponíveis na casa.
Em vez de fazer o pedido para um balconista ou garçom, o cliente se dirige até essa máquina, aperta o botão correspondente à opção desejada e faz o pagamento ali mesmo. Depois, basta aguardar. Algumas casas oferecem mesas para consumo no local e outras que operam no esquema pegue e leve.
Confira, a seguir, quatro endereços que já ostentam as suas vending machines por São Paulo.
Casa Aguiko | Rua Dona Antonia de Queiros, 447 - Consolação
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Os onigiris são as grandes estrelas da casa – que fique claro –, mas não dá para negar que a vending machine é uma atração à parte. Neste endereço no bairro da Consolação, há diferentes opções de onigiri, como a versão inspirada no jajangmyeon (R$ 17), com pasta de soja preta, tofu em cubinhos e conserva de cebola, e a versão recheada com costela de porco marinada no missô mais missô apimentado (R$ 17).
Se a fome for maior, aposte nos onigirazus (R$ 30 cada), espécie de sanduíche de onigiri, como o de croquete de milho e tarê, que é vegetariano (R$ 30), e o de tonkatsu (R$ 35), com milanesa de porco, repolho roxo e maionese de wasabi.
E, na hora do almoço, procure saber sobre o PF da semana (R$ 45). Chances de aparecer, por exemplo, o karaage (ou tempurá de couve-flor) com caldo de milho com limão-siciliano, conservas japonesas, kimchi de tomatinho-cereja, salada de repolho com amendoim torrado e gohan.
Too Yeah Dumpling House | Rua Capitão Macedo, 241 - Vila Clementino

Nesse restaurante chinês de massas na Vila Clementino, você nem precisa entrar no salão para fazer o pedido. Voltada para a calçada, a máquina de autoatendimento tem grandes botões com fotos de cada um dos pratos do cardápio – o que facilita, e muito, se você não for “fluente” em comida chinesa. Aperte os botões correspondentes às opções desejadas, siga as instruções para o pagamento, retire o seu ticket e aguarde ser chamado no salão.
Há diferentes opções de guō tiē (guiozas na chapa) e de miàn (macarrões). Se estiver sozinho e não conseguir encarar uma porção inteira de guioza antes do prato principal, dê uma olhada nos combos, como o que reúne um prato de dan dan miàn (macarrão quente, sem caldo, com carne moída de porco apimentada) e mais três guō tiē tradicionais, de porco com acelga, por R$ 55.
Na seção de especiais da casa, destaque para a costelinha de porco marinada e grelhada na chapa (R$ 28, três unidades) e para o hun tun (wonton) de camarão em caldo da casa (R$ 58, oito unidades).
Ooey Cookie | Rua dos Pinheiros, 480 - Pinheiros

Essa casa de cookie na Vila Buarque nem salão tem. Você faz o seu pedido através da vending machine, que fica voltada para a calçada, e espera até que seus cookies brotem numa sacolinha, da janelinha lateral. São cerca de 15 opções, como a versão com massa de limão, geleia de framboesa e chocolate branco (R$ 25,90), o Triplex, com massa com cacau 100% e pedaços de chocolate ao leite e branco (R$ 20,90), e o de doce de leite com nozes em massa tradicional (R$ 23,90). E para acompanhar, peça um cafezinho coado da Tocaya (R$ 7).
Zé Bolim | Rua Barão de Tatuí, 496 - Santa Cecília

Um bar especializado em bolinhos, com pedidos feitos em uma vending machine, no estilo “cê paga, cê pega”. Essa é a proposta do novo bar da Santa Cecília, dos mesmos donos do Moela e do Sururu. Com preços entre R$ 8 e R$ 12 a unidade, tem bolinho de carne, de queijo, calabresa, salsicha, bacalhau e, óbvio, coxinha e bolovo, que não poderiam faltar, assim como os molhinhos, feitos na casa, para incrementar. Além de catchup e mostarda, tem pimenta da casa, maionese verde, molho de cebola… Para molhar o bico, há cervejas long neck (R$ 10 a R$ 12) , drinques enlatados (R$ 19) e as clássicas batidinhas, como a de coco queimado (R$ 15).

Trabalho remoto não precisa ser em casa; confira cafés e padarias que podem abrigar o seu expediente
Agraciados com o benefício do home office têm, entre outras vantagens, a possibilidade de mudar de ares para espantar o tédio. A verdade é que dá para trabalhar de diferentes lugares, desde que se tenha uma boa conexão com internet e um ambiente propício, sem muito barulho e, de preferência, com boa oferta de tomadas para carregar notebook e celular.
Sendo assim, o Guia Caju indica cinco endereços, entre cafés e padarias, para você instalar o seu anywhere office. São lugares espaçosos, com muitas mesas, onde é possível trabalhar com tranquilidade, sem tirar o lugar de outros clientes, pedir um bom café entre uma reunião e outra, e fazer as refeições ali mesmo. Mas atenção à regrinha de etiqueta básica: não vale chegar, pedir uma água ou café e passar horas usando e abusando do espaço, ok?!
Café Zinn | Rua Haddock Lobo, 1574 - Cerqueira César

Com diferentes espaços, este café atende a diferentes tipos de trabalhadores remotos: os que trabalham solo, os que preferem trabalhar com companhia, os que precisam de um lugar mais calmo para se concentrar (há, inclusive, um local voltado para reuniões) e os que gostam mesmo é de socializar entre um e-mail enviado e outro. Além da boa oferta de tomadas e da caprichada carta de cafés, conta com cardápio extenso e variado, com pedidas para todas as horas do dia. O Zinn Delírio (R$ 29), bolo de chocolate fofinho com calda de brigadeiro cremoso, é um dos best sellers.
Coffee Lab | Rua Aspicuelta, 227 - Vila Madalena

Além de oferecer cafés de ótima qualidade – o combustível universal da classe trabalhadora –, a casa da barista Isabela Raposeiras ainda faz questão de viabilizar o seu anywhere office, com wifi liberado e tomadas próximas às mesas. No cardápio, encontram-se cafés especiais extraídos em diferentes métodos – e na opção refil (R$ 30), você pode se servir à vontade do café coado (são três grãos por dia) durante toda a sua permanência no Lab.
Joya Boulangerie | Rua Fradique Coutinho, 1.406 - Vila Madalena

Em busca de um local worker friendly? Pois saiba que a Joya não só aceita trabalhadores em seu confortável e espaçoso salão, como os recebe muito bem: além de oferecer internet por satélite, dispõe de tomadas estrategicamente localizadas próximas às mesas. E, sim, tem café bom na casa! O cardápio oferece ótimas pedidas para todas as horas do dia, com destaque para o sanduíche de rosbife com aïoli, óleo de cebolinha e salsa criolla no croissant (R$ 55).
Le Jazz Boulangerie | Rua Joaquim Antunes, 501 - Pinheiros

Para um anywhere office com sotaque franco-paulista, dirija-se ao salão dos fundos desta boulangerie, que costuma ter um ambiente mais calmo e boa quantidade de tomadas à disposição. Além do café especial, da Café por Elas, e dos caprichados croissants (a versão com creme de amêndoas sai por R$ 20,80), que trazem felicidade à hora do expediente, o cardápio também sugere boas opções para almoço, happy hour e jantar.
WeCoffee | Avenida Roque Petroni Júnior, 1.089 - Jardim das Acácias

A megaloja da rede, dentro do shopping Morumbi, tem espaço de sobra para você instalar o seu anywhere office – há cerca de 150 lugares disponíveis, além de duas salas privativas, ideais para reuniões, que podem ser reservadas. Para pedir comidas e bebidas, é preciso se dirigir à entrada da loja, onde ficam os totens de autoatendimento. Quando pronto, o pedido será despachado num locker, cujo número será indicado ao cliente no painel. Destaque para as opções salgadas, como o croissant caprese (R$ 25,90), com queijo, pasta de manjericão, rúcula e tomate seco.

Chef que conquistou paulistanos com seus sanduíches conta porque decidiu retornar às origens e reabrir o restaurante da avó
Julio Raw, 37 anos, fez fama com seus sanduíches, hambúrgueres e afins à frente de seu Z Deli Sandwiches, um apêndice do restaurante de mesmo nome, em 2011. Ocorre que essa história de sucesso é muito mais antiga e é preciso voltar mais de 40 anos para entendê-la.
O ano era 1981, quando as cunhadas Zenaide e Rosa Raw, ao lado da amiga e cozinheira Lonka Lucki, decidiram abrir um restaurante nos Jardins inspirado nas delis de Nova York. O ponto escolhido para abrir o negócio foi o número 1.386 da rua Haddock Lobo, que, 30 anos depois, viria a ser o primeiro QG da sanduicheria do neto da dona Rosa.
Por anos, o Z Deli, o restaurante, “ia muito bem, obrigado”, com seus varenikes, matzo balls e gefilte fish – e inclusive ganhou outras unidades, uma delas na Alameda Lorena, 1.689, quase colada à primeira unidade. Mas, com o passar do tempo, foi perdendo o fôlego, perdendo o fôlego… até que Julio, o neto, cuja sanduicheria já andava com as próprias pernas (e acumulando prêmios), veio em socorro da avó pela primeira vez, em 2019.
O salão (da Lorena) foi reformado, as receitas, aprimoradas, e os famosos microondas – emblemáticos no Z Deli de outrora, usados para esquentar os pratos que descansavam na vitrine –, eliminados. Se o restaurante recuperou o fôlego? Não dá para dizer que não. Mas daí veio a pandemia de covid-19, que obrigou o neto e a avó a fecharem as portas temporariamente.
E a volta ocorreu apenas no final de 2024. Mas não foi uma volta pura simples. Descubra, a seguir, o que aconteceu:
Com a sanduicheria fazendo tanto sucesso, acumulando prêmios, por que decidiu reabrir o restaurante de sua avó?
Abrir a sanduicheria foi, muito mais do que um desejo, uma oportunidade. Um espaço minúsculo ali na Haddock Lobo, que nem cozinha tinha – a do andar de cima era usada para fazer a produção dos restaurantes – e a Zenaide perguntou se eu não queria fazer algo nesse espaço.
Tinha que ser algo com uma operação simples – muito mais simples do que o bistrô que eu sonhava em ter um dia. Decidi apostar numa sanduicheria, porque, no restaurante, minha avó e a Zenaide serviam um sanduíche de pastrami que fazia fama entre os habitués. Não tinha no cardápio, era só para quem sabia. Daí partimos desse sanduíche para desenvolver o restante do cardápio, que na estreia tinha só sanduíches. O primeiro hambúrguer veio bem depois, quando, finalmente, consegui um espacinho na cozinha de cima para instalar uma chapa.
Daí começamos a fazer sucesso, nossa inspiração nova-iorquina caiu no gosto dos paulistanos. Abrimos outras unidades [hoje são quatro unidades, Centro, Pinheiros, Oscar Freire e Itaim Bibi] e o sonho do bistrô, por completa falta de tempo, ficou adormecido.
Só que o restaurante mantém minha avó viva. Quem o frequenta sabe: todos os dias, na hora do almoço, ela bate ponto por lá. Observa como anda o serviço, conversa com os clientes – os mais chegados, inclusive, sentam na mesa dela para almoçar, nem pegam fila. Por isso, decidimos reabrir.
Só que para dar certo, o restaurante precisava de um tratamento de choque, uma cirurgia invasiva – homeopatia não ia fazê-lo reagir. Assim surge o novo Z Deli, totalmente repaginado, mas com a alma de sempre.
E foi difícil convencer sua avó a fazer essas mudanças?
Foi um pouco, mas, como eu disse, a alma do antigo Z Deli permanece. Ela continua se reconhecendo nele, então ficou tudo bem.
E como o Z Deli sempre teve a mente aberta, incorporando pratos do mundo todo ao cardápio judeu – tinha gefilte fish, tinha matzo ball, mas tinha quiche também –, trazer as minhas referências, francesas principalmente, e as do Benê [de Souza, chef da casa] para cá não foi exatamente uma transgressão.
Os clássicos de 1981 seguem no cardápio, adicionamos um ou outro prato. Mexemos mais nas bases, nos caldos, nos molhos, na apresentação…
E, no salão, nossa ideia era transmitir essa ideia de ter algo novo, moderno – como as tubulações aparentes e a trilha sonora mais alta –, só que dentro de um negócio que já tem muita história. Por isso, fizemos questão de garimpar todos os móveis, os talheres, as louças antigas com fio de ouro nas bordas…
E, assim como a minha avó, a clientela também reconheceu o antigo Z Deli com essa nova roupagem. Alguns, mais antigos, não gostaram muito do clima badalado do restaurante no jantar, mas, faz parte, e no almoço está tudo bem.
Ao que parece, está tudo bem mesmo. As filas na porta são uma constante, inclusive na hora do almoço. Que sucesso é esse?
Recebemos cerca de 600, 700 clientes por dia – e a fila de espera pode chegar a quatro horas. Reconquistamos habitués de longa data e conquistamos uma clientela mais jovem, descolada, principalmente na hora do jantar.
Acredito que seja o resultado dessa reformulação, no salão, na cozinha, no conceito todo, mas também um reflexo da nossa hospitalidade. Acredito que a gente tenha encontrado um meio termo de serviço, que coloca tanto o cliente quanto a brigada na balança. Me incomoda um pouco essa história de só abrir a partir de quarta-feira, fechar às 22h. As pessoas precisam ter opção de onde ir depois que sair do teatro, por exemplo. Mas também não concordo nessa coisa de “até o último cliente”. Quantas vezes já saí quatro horas da manhã de um restaurante onde trabalhei, porque o cliente famoso não ia embora… Não se trata disso.
Com organização, escala de funcionários – além de outros direitos trabalhistas, como plano de saúde, por exemplo – conseguimos abrir todos os dias até mais tarde.
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Elas não têm salão, mas, em compensação, oferecem ótimos pães, sanduíches e outros quitutes para quem só tem tempo de pegar e levar
Paulistanos, no geral, adoram uma padaria, isso é fato. Mas a do modelo “grab and go” caiu no gosto de quem trabalha e tem pressa, pela praticidade e agilidade no serviço. Sem mesas ou lugares no balcão, resta ao cliente chegar, pedir o que quiser de acordo com o que está disponível na vitrine, pagar e sair andando com o pedido – para comer no caminho ou assim que chegar no escritório. Confira a seguir cinco bons endereços que funcionam nesse esquema.
A Padeira | Rua Isabel de Castela, 426 - Vila Madalena
“Da terra ao pão” é o lema da padeira Alethea Suedt, que planta seu próprio trigo (ela faz parcerias com agricultores familiares e orgânicos, que tocam a produção de maneira ancestral, do jeitinho que ela orienta) e faz a própria farinha, a partir do moinho instalado em sua padaria na Vila Madalena. Dessa matéria-prima, ela faz pães excepcionais, como a baguete (R$ 19), o de noz-pecã (R$ 46) e o de forma (R$ 28), com centeio e azeite, que podem ser arrematados inteiros para virar sanduíches no escritório. Na vitrine, você também vai encontrar croissants (R$ 14), outros folhados, como o pain au chocolat (R$ 21), e docinhos como os cannelés (R$ 8,50), que são a mordida perfeita pós-almoço.

Assaz Orgânica | Rua Major Sertório, 234 - Vila Buarque
A padaria, na Vila Buarque, tem a vitrine voltada para a calçada – o que te permite escolher o que levar ainda da rua. Tudo está ali, prontinho: ótimos pães, feitos com farinha nacional orgânica e fermentação natural, como a tradicional baguete (R$ 35 o quilo) e o brioche com cumaru (R$ 10; 100g), além de focaccias, como a de alecrim (R$ 75 o quilo), e pão de queijo (R$ 9,50; 100g). Sempre bom avisar: tem café coado (R$ 7), servido em copinho descartável, para ir bebendo no caminho de volta ao escritório. Aproveite e peça os cantucci (R$ 12; 100g) ou um cannelé (R$ 12; 100g) para acompanhar.

Lida | Rua João Moura, 911 - Pinheiros
A padeira Hanny Guimarães só trabalha com farinha 100% integral, feita na casa em um belo moinho, que opera às vistas da clientela, em Pinheiros. Se estiver com o tempo apertado, mas com vontade de comer muito bem, passe lá para arrematar um dos caprichados folhados disponíveis no dia. O menu muda toda semana, mas há chances de encontrar, por exemplo, a versão incrementada com presunto da casa, queijo tipo comté e mostarda fermentada (R$ 35) ou a opção com ricota artesanal, tomate momotaro verde, anchova, guindilla e pistache (R$ 35). Quem preferir, pode arrematar a baguete (R$ 15) ou o pão da casa (R$ 40) para fazer sanduíches ou um bolo de banana (R$ 30) para o lanche da tarde no escritório.

Zestzing | Alameda Tietê, 496 - Jardim Paulista
Sob a batuta da padeira Claudia Rezende, essa padaria nos Jardins oferece, além dos ótimos pães de fermentação natural (que você pode levar já fatiado, caso no escritório não haja boa faca disponível), uma variedade de folhados de dar inveja. Na vitrine, você encontra croissant (R$ 15), folhado caprese (R$ 15), de espinafre com ricota e queijo feta (R$ 21), pain au chocolat (R$ 19), danish de pera (R$ 23)… Boas opções para um almoço rápido, as quiches estão disponíveis nos sabores milho (R$ 25) e legumes (espinafre, milho, cenoura, mandioquinha, ervilha e abóbora, R$ 25).

Na Janela | Rua Traipu, 204 - Perdizes
Ótimos pães, folhados e doces para acompanhar o café estão te “esperando na janela, ai, ai”, como diria Gilberto Gil, da padaria de Luiz Américo Camargo. Além do pão da capa (R$ 21,90; 400g), que ilustra o livro do padeiro, dá para comprar e levar um Choripao (R$ 33; 400g) ou uma focaccia grande (R$ 14,90) para dividir com os colegas de trabalho. Está apenas de passagem, no caminho de volta entre o restaurante e o escritório? Vale a parada estratégica para pegar um café coado (R$ 5,90) e um cannelé (R$ 9,90) ou um cinammon roll (R$ 14). Há quatro unidades em São Paulo, em Higienópolis, Bela Vista, Perdizes e Jardins.


Que tal arrematar um sanduíche, uma fatia de torta ou um pedaço de bolo para comer mais tarde no escritório?
Quem tem o costume de fazer uma pausa durante o expediente, para um lanchinho no meio da tarde, vai gostar dessa lista de casas que resolvem logo duas refeições numa única visita. Você vai para almoçar e volta com o lanche para o escritório. São sanduíches, tortas doces e salgadas, bolos e outros quitutes que viajam bem. Confira o roteiro a seguir.
A Casa de Antonia | Avenida Paulista, 2.073, Conjunto Nacional - Bela Vista
O restaurante da chef Andrea Vieira tem um balcão estrategicamente localizado próximo à saída para que você não se esqueça de levar um lanchinho para o escritório. Já que as tortas são tão famosas, aproveite para arrematar uma fatia salgada, como a caprichada tarte tatin de tomates, com cebola caramelizada, azeitonas pretas, creme de queijo de cabra e manjericão (R$ 54), ou uma fatia de bolo de pecan e figos para viagem (R$ 33).

AK Deli | Rua dos Macunis, 440 - Vila Madalena
É quase um pecado ir até a casa da chef Andrea Kaufmann para almoçar e não sair de lá com um pacotinho de comida judaica para viagem. O bagel lox (R$ 67), sanduíche de salmão curado na casa, com cream cheese, tomate, alcaparras e cebola roxa, está entre as boas pedidas para o lanche da tarde, assim como o sanduíche de pastrami (R$ 76; o recheio é fartíssimo, considere dividir), incrementado com maionese, mostarda da casa e sauerkraut. A ideia é adoçar o expediente? Então escolha entre a fatia do famoso cheesecake com calda de morango (R$ 32) e o cookie AK (R$ 16), que é daqueles mais fininhos e crocantes.

Condimento Café & Bistrô | Rua Itapura, 1.400 – Tatuapé
Bobo é quem vai até a casinha cor-de-rosa da chef Carol Doher, no Tatuapé, para almoçar seus pratos de bistrô e não garante um quitute doce ou salgado para comer mais tarde no escritório. A fatia de torta de frango (R$ 35) viaja bem, assim como a do famoso cheesecake (R$ 31) e do “chocolatudo” devil’s cake (R$ 25). E a porção de pão de queijo frito (R$ 25, seis unidades) é boa pedida para dividir com a equipe.

Shihoma Deli | Rua Harmonia, 161 - Vila Madalena
Difícil não querer levar um pedacinho dessa deli consigo depois de provar os caprichados pratos do cardápio. A boa notícia é que, além das massas e das carnes, a cozinha também expede alguns sanduíches, que são fáceis de levar para o escritório para um lanchinho mais tarde. O de mortadela italiana, por exemplo, é montado na ciabatta e incrementado com stracciatella e pasta de pistache (R$ 46). Opção vegetariana, o funghi e vegetal (R$ 39) combina brócolis na brasa, pasta de cogumelos e tomates também na ciabatta.

Seu Quintal Comedoria | Rua Costa Aguiar, 1.261 – Ipiranga
Achamos de bom tom avisar que, na mesma rua do restaurante, logo ali na esquina, está o Quintal To Go, dos mesmos donos, que oferece cafés especiais e fatias de tortas doces ou salgadas para pegar e levar. Dá para voltar ao trabalho enquanto toma o seu espresso duplo, além de garantir um quitute para o lanche da tarde. A torta mix de cogumelos sai por R$ 25 a fatia e a de banana, por R$ 20.

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Roteiro reúne restaurantes e bares que oferecem pratos-feitos de respeito
O Prato-feito – ou PF para os mais chegados – é das instituições paulistanas mais organizadas que existe. Ou vai dizer que você não sabe que segunda-feira é dia de virado à paulista e que quarta e sábado, religiosamente, tem feijoada em restaurantes, botecos e padarias que oferecem esse tipo de refeição na hora do almoço?
Se a opção do dia não agradar, está tudo certo, há sempre o básico que funciona: bife ou filé de frango grelhados (versões à milanesa e à parmegiana são permitidas), picadinho, calabresa acebolada, omelete… Tudo, via de regra, acompanhado por um ótimo arroz e feijão e, por vezes, fritas, salada e/ou farofa.
O bom e velho PF entrega tudo (comida rápida, fresquinha, farta e saborosa) sem maltratar o saldo do seu Caju. Vai dizer que não é o melhor amigo do trabalhador?
Sendo assim, não encontramos melhor forma de celebrar o aniversário de São Paulo senão honrando essa instituição. Confira a seguir, roteiro com cinco endereços que oferecem um ótimo PF na cidade.
Dalva e Dito | Rua Padre João Manuel, 1.115 - Cerqueira César
Na casa do chef Alex Atala, eles aparecem no cardápio com a alcunha de Especial do dia, mas, na prática, é o bom e velho PF. Então, já anota: segunda-feira, tem virado à paulista; terça, arroz de galinhada com quiabo, quarta, feijoada; quinta, estrogonofe com arroz e batata; e sexta, moqueca com arroz e pirão. Cada pedida sai por R$ 109, exceto a moqueca, que custa R$ 129.
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Frangrill | Rua Cardeal Arcoverde, 1.867 - Pinheiros
Não bastassem todas as vantagens que todo bom PF oferece, o do Frangrill tem, ainda, outro trunfo na manga: as carnes preparadas na churrasqueira. Pois imagine pedir um PF de frango e receber, além dos ótimos arroz, feijão e salada (R$ 31), pedaços suculentos da ave com aquele gostinho característico de brasa que a gente ama? A costela bovina (R$ 46) e o cupim (R$ 52; somente às terças, quintas e sábado) também são preparados na churrasqueira. Às quartas e sábados, tem feijoada (R$ 65 a pequena).
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Jabalí | Rua Martim Francisco, 655 – Vila Buarque
Os PFs dão o tom da casa do chef Rodrigo Valente na hora do almoço. Nesse período, as receitas que flertam com os sabores da América Latina saem de cena e dão lugar ao picadinho de carne (R$ 48), ao filé de frango grelhado (R$ 45), à linguiça toscana grelhada (R$ 42) e à copa-lombo à milanesa (R$ 48) –, servidos com arroz, feijão, vinagrete e farofa da casa e mais dois acompanhamentos à escolha (ovo frito, batata frita, legumes salteados no azeite ou salada de folhas). Há também opções de “pratos montados”: macarrão ao molho sugo (R$ 40), salada caesar (R$ 45) e estrogonofe de frango (R$ 48).
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Leiteria Ita | Rua do Boticário, 31 - Centro
A placa na fachada dá a letra: comida caseira desde 1953; e as corriqueiras filas indianas na porta confirmam a moral desse estabelecimento. Conforme liberam lugares no balcão, os atendentes gritam o número de vagas e os próprios clientes, enfileirados, se organizam para ver qual a pessoa ou grupo que vai entrar. O cardápio, escrito em quadros pendurados nas paredes, oferece pedidas como o Paissandu (R$ 34), que combina bife, arroz, feijão e ovo (R$ 34), as almôndegas com purê, arroz e feijão (R$ 54) e, às quartas e sábados, o Carioquinha (R$ 38), como foi apelidado o prato-feito de feijoada.
Valadares | Rua Faustolo, 463 - Água Branca
A fama deste boteco é, principalmente, por conta de suas famigeradas porções de testículos de boi, mas, sejamos justos, no almoço de segunda à sábado, a casa também prepara PFs de respeito. Destaque para o de linguiça bragantina, que chega à mesa acompanhada de arroz, feijão, fritas, salada, vinagrete e farofa (R$ 35). Segunda-feira, como manda a cartilha, tem virado à paulista (R$ 37), e, somente às quintas, picadinho (R$ 29).


Lista do Guia Caju prova que é possível almoçar em ambiente prazeroso para voltar mais feliz ao batente
Verdade seja dita: nem todo dia estamos com presença de espírito para enfrentar aquele caos típico de boteco de esquina em nome de um bom PF. A depender de como anda o dia de trabalho, às vezes, convém otimizar o horário de almoço: em 60 minutos, além de comer e beber, é preciso tentar desconectar e recarregar as energias para encarar o próximo turno.
Pensando nisso, selecionamos cinco restaurantes que oferecem, além de boa comida e bebida, ambientes mais silenciosos e calmos, cercados por verde, que convidam ao relaxamento; confira.
Bottega Bernacca Ibirapuera | Avenida IV Centenário, 452, Portão 5, Parque Ibirapuera - Jardim Luzitânia
A localização dá pistas (portão 5 do parque Ibirapuera): trata-se de um restaurante para comer, beber e desacelerar. Sob a copa de árvores exuberantes, cercado por verde e com vista para a pista de cooper, o salão ocupa uma espaçosa varanda – há mesas em espaço coberto e ao ar livre. Ali, dá para abrir os trabalhos com o vitello tonnato (R$ 86), fatias fininhas de rosbife com molho cremoso de atum, anchova e alcaparras, e emendar com um interessante cacio e pepe incrementado com limão e bottarga (R$ 108).

Café Artigas | Rua Barão de Jaceguai 1.151, Casa Vilanova Artigas - Campo Belo
Quem trabalha na região do Campo Belo, e tem a intenção de desconectar a mente durante o almoço, encontra refúgio neste restaurante instalado no pátio da casa onde viveu o arquiteto Vilanova Artigas. Pois imagine você, que a maioria das mesas está disposta numa espécie de bosque projetado originalmente por Burle Marx e reeditado por Luis Carlos Orsini. O cardápio lista pratos como o mignon Paulo Mendes (R$ 92), um dos pratos mais pedidos, com dauphinoise de batata e molho funghi, e o peixe Lina Bo (R$ 94), preparado com o pescado do dia, legumes grelhados e gremolata.

Fazenda Churrascada | Avenida Morumbi, 5.594 - Morumbi
Instalado numa bela casa de estilo colonial, que de fato pertenceu a uma fazenda centenária de café, o restaurante é quase um oásis em meio ao caos do trânsito do Morumbi. No salão arejado e cercado por verde, com aquele climinha gostoso de churrasco de domingo, fica até perigoso esquecer que é preciso voltar ao batente. Sem perder tempo, escolha um dos cortes de carne, como o bombom de alcatra preparado na parrilla (R$ 101), os acompanhamentos, como o arroz da Fazenda (R$ 27), com linguicinha, ervas frescas, bacon crispy e mandioquinha palha, e aproveite o momento para recarregar as energias.

Pipo | Avenida Europa, 158, MIS – Jardim Europa
Escondido atrás do Museu da Imagem e do Som (MIS), o restaurante do chef Felipe Bronze fica alheio à movimentação intensa da avenida Europa. Não bastasse, ele ainda tem uma agradável varanda, com vistas para o jardim do espaço cultural, o que torna o momento da refeição ainda mais prazeroso. Uma vez ali, escolha entre o caprichado menu-executivo (R$ 109) ou os pratos do menu à la carte, que traz pedidas como a costela de porco laqueada com goiabada, pururuca e limão-cravo (R$ 86), que pode vir acompanhada da farofa de ovo mole (R$ 38).

Praça São Lourenço | Rua Casa do Ator, 608 - Vila Olímpia
Com uma área externa de respeito – funcional até em dias de chuvas, já que o teto é retrátil –, o restaurante é como um refúgio para famílias e grupos de executivos engravatados que buscam escapar, ainda que por uma hora, do caos urbano típico da Vila Olímpia. Cercado por verde, o espaço ainda conta com um lago com carpas e casa na árvore para as crianças. Para comer, no almoço de terça a sexta, o caprichado bufê de saladas e antepastos, que inclui ingredientes preparados no forno a lenha, sai por R$ 98. Por mais R$ 27, você pode acrescentar a proteína do dia.


Confira cinco restaurantes que levam o cafezinho a sério
Quem não dispensa um cafezinho pós-almoço há de convir: de que adianta oferecer uma experiência incrível, da entrada à sobremesa, e pecar na escolha do café? Longe de ser um mero coadjuvante no cardápio, o café encerra a refeição – é com o gostinho dele na boca que o cliente deixa o restaurante. Não é à toa que cada vez mais casas andam investindo em versões especiais da bebida.
Confira, a seguir, cinco casas paulistanas onde vale a pena desfrutar do cafezinho ali mesmo.
Cora | Rua Amaral Gurgel, 344, 6ºandar - Vila Buarque
O restaurante do chef Pablo Inca, que tem vista privilegiada para o Minhocão, trabalha com microlotes da Tocaya, que torra café especiais de produtores da serra da Mantiqueira. Além de moído na hora, que faz toda a diferença na percepção sensorial da bebida, o café (R$ 14) é coado sem pressa, à mesa, na frente dos clientes.

Cuia | Avenida Ipiranga, 200, loja 48, Edifício Copan - República
Além de um cardápio recheado de opções para todas as horas do dia, a casa da chef Bel Coelho conta com uma carta inteirinha dedicada aos cafés. Além dos clássicos coado (R$ 9) e espresso (R$ 10), clientes têm a opção de pedir um cappuccino (R$ 15), um flat white (R$ 18) ou um mocha (R$ 19), que é incrementado com ganache, para encerrar o almoço. Com notas de frutas cítricas, castanhas e chocolate ao leite, eles são feitos com um blend de grãos especiais (catuaí vermelho e amarelo), cultivados no interior de Minas Gerais e torrados pela Corisco.

Le Jazz Brasserie | Rua dos Pinheiros, 254 - Pinheiros
Quem dá o tom do café espresso (R$ 9,50) servido neste famoso bistrô francês é a Café por Elas, uma torrefação de cafés especiais produzidos por mulheres. Feito com grãos de catuaí vermelho, da produtora Priscila Mazzarini Cezar do Couto, de Ibitiúra de Minas (MG), ele chega à mesa ladeado por um sequilho. Quer dar uma turbinada? Peça pelo Carajillo, versão incrementada com Licor 43 (R$ 30,50).

Mares de La Peruana | Rua Ferreira de Araújo, 299 - Pinheiros
Pedir um café neste restaurante da chef Marisabel Woodman é puro deleite. É que além da própria bebida em si, feita com grãos de catuaí vermelho da Fazenda Ambiental Fortaleza, que tem notas de caramelo, chocolate e doce de leite, a pedida chega à mesa com um acompanhamento especial: um docinho de leite na palha.

TonTon | Rua Caconde, 132 - Jardim Paulista
No bistrô do chef Gustavo Rozzino (foto acima), a refeição termina com um espresso bem tirado da Orfeu. Ao cliente, cabe escolher se quer só o café (R$ 9) e a conta ou se aposta na versão gourmand (R$ 39), na qual a bebida chega à mesa acompanhada das três sobremesas mais pedidas do cardápio, em tamanho míni: bolo de figo, choux de chocolate e Tonguava (que combina goiabada cascão artesanal, goiabada confit e creme de queijo).


Veja onde comer entrada, prato principal e sobremesa a um preço fixo no almoço de segunda a sexta
Se você é do time daqueles que fazem questão de um almocinho digno nos dias de trabalho presencial, mas que não querem surpresas na hora da conta, essa lista é para você. Encontramos quatro lugares que oferecem menus-executivos até R$ 70 – o que quer dizer que é possível, sim, fazer uma refeição completa, com direito à entrada, prato principal e sobremesa, sem abrir mão do sabor e saciar a fome antes de voltar ao batente.
Pirajá | Avenida Brigadeiro Faria Lima, 64 - Pinheiros
A “esquina mais carioca de São Paulo” tem um menu Ezécutivo de respeito, cujo valor varia de acordo com o prato principal. Escolhendo o Virado à Pirajá, com arroz branco, tutu de feijão preto, farofa de cebola, couve refogada, bisteca grelhada e ovo frito, por exemplo, o seu combo vai sair por R$ 69. Ele inclui saladinha ou caldinho de feijão preto de entrada e bolinho de estudante ou salada de frutas de sobremesa. Já a carne moída com quiabo, servida com arroz, feijão preto, fritas (chips ou palito), farofinha e ovo frito, sai ainda mais em conta, custa R$ 59.

Quincho | Rua Mourato Coelho, 1447 - Vila Madalena
Vegetarianos, veganos e “carnívoros não-preconceituosos” podem comemorar: a casa da chef Mari Sciotti oferece um baita menu-executivo, no almoço de terça a sexta-feira, por R$ 69. As opções de prato mudam a cada 15 dias, mas há chances de encontrar, por exemplo, a salada de folhas da casa de entrada e o arroz palestino, puxado com berinjela, castanhas e especiarias e servido com cebola assada no forno a lenha e molho de iogurte, como opção de principal. Já o famoso PF do Quincho, com arroz, feijão, couve refogada, vinagrete de maxixe, farofa crocante, banana grelhada e ovo estalado (que veganos podem substituir por tempeh), tem sempre. A mousse de chocolate com caramelo salgado e honeycomb é exemplo do que pode aparecer entre as opções de sobremesa.

Tantin | Rua dos Pinheiros, 987 - Pinheiros
Ele tem tudo que um boteco de esquina que se preze tem: mesas na calçada, cervejas de garrafas e um delicioso clima informal. E tem também o menu-executivo mais em conta dessa seleção. “Só no almocin” de segunda a sexta-feira, por R$ 54, dá para comer saladinha de entrada, prato do dia e sobremesa. A semana começa com o bife acebolado, arroz, feijão, fritas com páprica, farofa de alho e vinagrete. Quarta, tem feijoada, e quinta é dia de frango assado com batata rústica, arroz, feijão, farofa de alho e vinagrete. Se a opção da vez não te agradar, o picadinho de carne de sol (R$ 58), com arroz, feijão, couve, farofa, vinagrete e ovo frito, o parmegiana de frango (R$ 54), com arroz e batata frita com páprica, e o baião de dois vegetariano (R$ 54), estão sempre em cartaz.

Virado SP | Largo do Arouche, 150 - República
Dentro do icônico hotel San Raphael, em pleno largo do Arouche, esse restaurante tem cozinha tipicamente paulistana e trabalha com um esquema diferente de menu-executivo. O valor do combo depende da escolha do prato principal: R$ 49 para o galeto na brasa com arroz, batatas e cebolas assadas ou R$ 39 para o espaguete com molho de tomate e polpettini, por exemplo. Salada de tomate com pepino, croûtons, manjericão e sal de picles podem abrir a refeição e, por mais R$ 6, acrescenta-se a sobremesa do dia ao combo, que pode ser o sorvete de nata com creme de chocolate e farinha de castanha-de-caju.


Redondas, retangulares, ovais, individuais ou em tamanho família… elas também estão disponíveis a partir do meio-dia
Falam que tradição é algo que não se mexe, mas vamos combinar que não dá para deixar a pizza, nossa paixão paulistana, restrita aos jantares. Pela praticidade, preço e variedade de sabores, a redonda pode casar perfeitamente com um almoço rápido, para você voltar feliz ao trabalho. Os restaurantes a seguir são a prova disso.
Da Mooca Pizza Shop | Rua Fradique Coutinho, 154 - Pinheiros
É uma pizzaria diferentona (foto acima), é verdade, mas já caiu no gosto e na rotina frenética dos paulistanos. É que, além de abrir para o almoço, essa casa aposta nas pizzas romanas, o que quer dizer que você pode escolher o seu pedaço (que lembra uma focaccia em forma e espessura) entre as opções já prontas na vitrine, fazer o pedido no balcão, receber ele quentinho e sair andando de volta ao escritório devorando a pizza no caminho. Está com tempo para almoçar com calma? Então escolha um lugar no salão e peça logo um combo com duas pizzas e um refrigerante por R$ 39,90 (válido de segunda a sexta, até as 15h).

Paul’s Boutique | Rua Dr. Renato Paes de Barros, 167 - Itaim Bibi
Despojada, a casa do pizzaiolo Paul Cho aposta nas pizzas nova-iorquinas, que são maiores, mais fininhas e com menos recheio do que as tradicionais redondas paulistanas. Já prontas na vitrine, elas aparecem em sete sabores, como a marguerita (R$ 18 a fatia), com molho de tomate, muçarela, parmesão, manjericão e azeite, e a picante (R$ 21 a fatia), com molho, muçarela, pepperoni, picles de jalapeño e mel apimentado. Todos os dias, das 12h às 16h, tem combo de almoço. Ele inclui duas fatias de pizza à escolha mais água ou refrigerante ou chope por R$ 45. Faça seu pedido no balcão (ou nos totens de autoatendimento) e aguarde chamarem a sua senha.

Ráscal | Alameda Santos, 2.152, Conjunto Nacional - Cerqueira César
Nem só de bufê vive o restaurante Ráscal: entre as opções à la carte há uma interessante oferta de pizzas, feitas com molho de tomate fresco, assadas no forno a lenha e disponíveis tanto no almoço quanto no jantar. A portuguesa da casa (R$ 82 em tamanho broto ou R$ 125 em tamanho família) combina molho, muçarela, ovo, presunto fatiado, cebola roxa temperada com pimenta dedo-de-moça, alecrim, salsinha, azeitona preta e orégano. Já na ala de sabores especiais, a mortadela italiana (R$ 94 a broto e R$ 139 a versão família) leva molho alfredo, muçarela, orégano, mortadela italiana, stracciatella, pesto cítrico e pistache.

Temperani | Rua Cândido Lacerda, 33 - Jardim Anália Franco
Quem é fã das pizzas do chef Antonio Maiolica vai gostar de saber que, nesse restaurante, elas também estão disponíveis na hora do almoço. Ovais e de bordas altas, elas aparecem com 12 opções de cobertura, como a Nerano (R$ 72), com muçarela fior di latte, abobrinha, mix de queijos, creme de ricota de búfala e raspas de limão-siciliano, e a Norma (R$ 57), com fior di latte, molho de tomate, berinjela defumada, creme de ricota e manjericão.


A redução do consumo de álcool é uma tendência que já chegou aos balcões de bares e restaurantes. Seja por questões de saúde, estilo de vida ou por, simplesmente, precisar acordar cedo (e de preferência sem ressaca) no dia seguinte, cada vez mais pessoas têm buscado opções de drinques sem álcool para tomar no happy hour.
E como não há nada mais frustrante desejar um mocktail (como são chamados os drinques zero álcool que imitam a experiência de um coquetel tradicional) e ter que se contentar com refrigerante ou suco, confira cinco lugares que oferecem boas opções de drinques sem álcool.
Komah | Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda
Um dos restaurantes coreanos mais badalados de São Paulo, o Komah (foto acima) possui uma seção dedicada aos drinques zero álcool em sua carta. O Jangmi (R$ 25), por exemplo, com framboesa, infusão de casca de laranja, clara de ovo, suco de limão tahiti, xarope de mel e meshil (ameixa coreana), é um mocktail digno de dar inveja até nos bebedores (antiquados, diga-se) que ainda acreditam que drinque sem álcool não é, de fato, um drinque.
Bar Sardosa | Rua Carlos Weber, 1.750 - Vila Leopoldina
Neste reduto boêmio da Vila Leopoldina, qualquer caipirinha do cardápio pode ser pedida em versão zero álcool – apresentadas do mesmo jeitinho que as tradicionais, à mesa, ninguém percebe que a sua é diferente (o que te livra daquela situação chata de ter que explicar pro colega inconveniente porque você não está bebendo…). A Caipirinha do Thiago (R$ 30), com pitaya, jabuticaba e limão-siciliano, é a que mais sai, mas a Fuxiqueira (R$ 30), com mexerica, limão, gengibre e mel também é boa pedida.
Kureiji | Rua Guarará, 190 - Jardim Paulista
Na casa do chef Adriano Kanashiro, não faltam drinques interessantes para quem deseja embalar a noite. A soda de pepino com yuzu (R$ 26), que combina suco de pepino, xarope de yuzu e água gaseificada, é opção refrescante e divertida para quem deseja pegar leve no happy hour.
Mapu Baos | Rua Áurea, 267 - Vila Mariana
A caprichada carta de drinques da casa, assinada por Maurício Barbosa (que também dá expediente no restaurante Aiô), sugere o Pineapple Jelly (R$ 29) para quem busca uma opção de mocktail. Leve e refrescante, ele combina Nulla Gin (sem álcool), flor de clitórea, abacaxi, Orgeat (xarope de amêndoas), limão e grass jelly (gelatina de folhas). Bom para acompanhar a famosa berinjela empanada da casa
Mi.ado | Rua Bela Cintra, 1.533 - Jardins
Por falta de um, no Mi.ado, restaurante da chef Renata Vanzetto, a carta de drinques oferece sete opções de drinques sem álcool. O Leite de Gato (R$ 19) combina leite de coco artesanal, suco de limão, hortelã, xarope de açúcar artesanal e coco queimado. Já o Luli Ice Tea (R$ 27) tem base de chá-mate incrementada com água de flor de laranjeira, mel, suco de limão e melancia marinada com gengibre.

Confira previsões gastronômicas para o ano que vem, pinçadas de relatórios de agências de inteligência de mercado e pesquisa
2025, o ano do morango do amor, chega ao fim. E com ano novo batendo à porta, o que não faltam são previsões de como serão os próximos 365 dias em todos os campos possíveis – e com a gastronomia, claro, não poderia ser diferente.
Mas para não ficar no misticismo, o Guia Caju foi atrás de relatórios baseados em pesquisas de agências de inteligência de mercado para descobrir quais tendências devem pipocar em bares e restaurantes em 2026. Confira a seguir.
A redenção da carne
O caminho parecia o contrário: a diminuição do consumo de carne de origem animal e o consequente aumento do consumo das versões plant based, isto é, de origem vegetal – movimento que, de fato, vinha acontecendo na última década. Ocorre que, além das questões climáticas e de direito animal, consumidores parecem também estar mais atentos em relação à própria saúde, torcendo o nariz para produtos ultraprocessados e valorizando, cada vez mais, o que se chama de “comida de verdade”.
É o que indicam relatórios, como a Previsão de Tendências Tastewise 2026, que destaca o ceticismo dos clientes sobre a natureza altamente processada de muitas alternativas veganas. “[...] não é apenas sobre quantidade. É sobre qualidade e autenticidade. Os consumidores estão se afastando da 'falsidade' em substitutos ultraprocessados, buscando alimentos que pareçam simples, transparentes e fiéis às suas origens”.
Já a pesquisa divulgada pela Innova mostra que o mercado à base de plantas não murchou totalmente, mas, aos poucos, tem deixado de tentar imitar proteínas animais para assumir as rédeas da própria história, com seus próprios méritos e benefícios nutricionais.
Chá das cinco, o novo happy hour
O happy hour está de cara nova. Impulsionado pela Geração Z, não só mudou de horário – passando a acontecer cada vez mais cedo, na parte da tarde –, como deixou de ser pautado em atrações puramente alcoólicas. Segundo o relatório de tendências da Datassential, quase metade dos consumidores da Geração Z entrevistados (49%) afirma que, ao pensar em sua saúde em 2026, reduzir o consumo de álcool será importante. Além disso, essa geração, formada por jovens que nasceram entre meados dos anos 1990 até 2010, é estatisticamente mais propensa do que outras a se interessar por um happy hour no estilo “hora do chá”.
E o chá, olhe só, não entra apenas como referência ao novo horário do encontro. É também tendência para 2026 mocktails – ou drinques sem álcool, em bom português – feitos à base de chás.
Antes só…
Quem nunca inventou que precisava mandar um email urgente antes de sair para o almoço, só para não ter que almoçar com determinado colega, que atire a primeira pedra. Brincadeiras à parte, fato é que quem trabalha em esquema presencial nem precisa ser Gen Z para, muitas vezes (e por inúmeras razões), optar por almoçar sem companhia. De qualquer forma, segundo o relatório da Datassential, na batalha de gerações, a Geração Z é, sim, a mais propensa a gostar de comer sozinha.
E nesse contexto, digamos, solitário, também ganha força outra tendência: a de comidas e bebidas altamente personalizadas. E essa flexibilização dos cardápios deve ocorrer não apenas na possibilidade de escolha do tamanho das porções, por exemplo, mas na montagem do prato (ou copo) como um todo, da combinação de ingredientes ao grau de picância. Seria esse o novo PF, só que, nesse caso, feito por você mesmo?
De volta para o futuro
A nostalgia pelo passado, com alimentos e técnicas enraizados em tradições confiáveis, também deve pautar os cardápios em 2026. Segundo o relatório de tendências da Mintel, consumidores têm buscado “refúgio de um mundo volátil e artificialmente inteligente em uma visão idealizada e romantizada de que a vida no passado era mais simples”.
Assim, prepare-se para encontrar muitos vegetais em conserva, grãos sazonais e fermentados entre os componentes de pratos e drinques no ano que vem. “Embora essas tradições sejam celebradas há muito tempo por entusiastas, o aumento das mudanças climáticas, a volatilidade dos preços dos alimentos e o crescente interesse em sustentabilidade impulsionarão a uma adoção mais ampla”, complementa a publicação.
À mesa com Ozempic
Convenhamos, não tem como falar sobre tendências no mercado de alimentos e bebidas em 2026 sem levar em conta os impactos causados no setor pelo uso desenfreado das chamadas canetas emagrecedoras.
A começar pelo tamanho das porções, que tende a diminuir. Para atender a usuários de medicamentos GLP-1, tanto restaurantes quanto a própria indústria de alimentos deve “se inspirar na alta gastronomia, onde porções menores frequentemente exploram cores, texturas, aromas e apresentações, para proporcionar satisfação em porções menores”, afirma o relatório da Mintel.
Outro ponto é a busca pelo bem-estar metabólico, que leva a melhores escolhas alimentares. Assim como ocorreu com a proteína em 2025, em 2026, segundo o relatório da Datassential, “uma nova fixação alimentar entrará na vila, e seu nome é fibra”. A saber, as fibras podem aumentar naturalmente o hormônio GLP-1 no corpo.
O relatório ainda cita o “fibermaxxing”, uma tendência do TikTok em que os consumidores tentam encaixar o máximo de fibra possível em uma receita ou prato, que está em ascensão.
Será que os chefs estão dispostos a considerar essa tendência em suas receitas?

Vai trabalhar na véspera dos feriados? Confira lista de restaurantes que estarão abertos
Diz o ditado que ninguém morre de véspera – e para garantir que ele siga sendo uma máxima, o Guia Caju foi atrás de restaurantes que estarão abertos nos dias 24 e 31 dezembro, no horário do almoço. Assim, quem for trabalhar presencial nas vésperas de Natal e de Ano-Novo poderá ter momentos felizes à mesa.
Adega Santiago | R. Dr. Melo Alves, 728, Cerqueira César, R. Sampaio Vidal, 1.072, Jardim Paulistano ou Shopping Cidade Jardim - Av. Magalhães de Castro, 12.000, Cidade Jardim
Para que seu almoço de véspera tenha um gostinho das adegas ibéricas, dirija-se à unidade mais próxima da casa de Ipe Moraes – há três endereços em São Paulo, que estarão abertos em horário especial: das 12h às 16h, tanto no dia 24 quanto no dia 31. Aproveite o clima natalino e aposte num dos pratos com bacalhau, como a bacalhoada na lenha (R$ 495 para duas pessoas), servida com arroz, ou a versão ao forno (R$ 232), que serve até duas pessoas e chega à mesa na companhia de arroz de brócolis, batata ao murro e cebolas caramelizadas.

Divulgação
Banzeiro | R. Tabapuã, 830, Itaim Bibi
No clima das festas de fim de ano, que tal investir em pratos para compartilhar no centro da mesa? Na casa do chef Felipe Schaedler, a banda de tambaqui assada na brasa, que é um clássico da culinária amazônica, serve até quatro pessoas e chega à mesa com baião de dois cremoso, farofa de grãos, vinagrete de picles e tartar de banana (R$ 259). Antes, vale pedir uma porção de tirinhas de pirarucu empanadas com farinha de uarini e servidas com aïoli de tucupi defumado (R$ 36). Nos dias 24 e 31, o restaurante estará aberto das 12h às 15h30.

Rubens Kato/divulgação
Bottega Bernacca | Parque Ibirapuera - Av. IV Centenário, 452, Portão 5, Jardim Luzitânia ou Shopping Iguatemi - Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232, piso térreo, Jardim Paulistano
O elegante restaurante de cozinha italiana tem três unidades em São Paulo, mas, atenção, apenas as do shopping Iguatemi e do parque Ibirapuera estarão abertas nas vésperas de Nata, das 12h às 17h, e Réveillon, das 12h às 16h. Quem quiser pegar leve antes da ceia pode pedir a insalata della nonna (R$ 75), que combina rúcula, tomate em cubos com molho balsâmico e uma boa dose de proteína com rosbife. Já se você é da turma dos que não resistem a um belo prato de massa, aposte no la carbonara (R$ 85), spaghetti envolvido em gemas de ovos e queijo pecorino, finalizado com guanciale e pimenta-do-reino.

Helena Rubano/Guia Caju
Le Jazz Brasserie | R. dos Pinheiros, 254, Pinheiros, Rua Dr. Melo Alves, 734, Jardins, Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232, piso térreo, Jardim Paulistano ou Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618, piso Pacaembu, Higienópolis
Pratos da cozinha trivial francesa são o destaque desse restaurante, que tem quatro unidades em São Paulo. A brandade de bacalhau gratinada com crosta de pão e servida com salada verde (R$ 73,50) é boa pedida para o almoço da véspera de Natal. Mas há também outros clássicos, como o steak tartare com salada verde e batatas fritas (R$ 88), o filet au poivre com espinafre refogado e purê de batatas e a salada niçoise, que combina mix de folhas, atum confitado, alcachofra, batatas bolinha cozidas, vagem francesa, tomates sweet grape, azeitonas pretas, ovo caipira e aliche (R$ 54). Atenção aos horários especiais da véspera: no dia 24, todas as casas funcionam das 12h às 17h; no dia 31, apenas as unidades de shopping (Higienópolis e Iguatemi), até as 16h.

Helena Rubano/Guia Caju
Ráscal | Al. Santos, 2.152, Conjunto Nacional, Cerqueira César
A ideia é almoçar rapidinho para encerrar o expediente o quanto antes? Então o bufê caprichado, oferecido em ambiente espaçoso e elegante, dessa rede pode cair como uma luva. Por R$ 119, você desfruta à vontade da pizza aperitivo, da farta mesa de saladas e antepastos e da ilha de pratos quentes e massas frescas (você escolhe o tipo e uma das cinco opções de molho para complementar). O ravióli Ráscal, com massa verde de espinafre e muçarela de búfala, vai bem com o molho de tomates concassé. São vários endereços em São Paulo, além das unidades de Alphaville e do aeroporto de Guarulhos – e todos estarão abertos nos dias 24 e 31, das 12h às 16h.

Helena Rubano/Guia Caju
Teus | R. Natingui, 1.548, Pinheiros
Quem trabalha na região de Pinheiros pode desfrutar da cozinha caprichada do chef Chico Farah nas vésperas de Natal e Ano-Novo. Dá para abrir os trabalhos com as croquetas de jamón (R$ 36, seis unidades) e emendar no arroz da horta (R$ 59), que combina cogumelos, tomates e verdes, ou no franguinho caipira braseado (coxa e sobrecoxa), com polenta de milho verde e quiabo tostado (R$ 69). Quer se mimar? (Nada mais justo, aliás, para quem está trabalhando no dia 24 e/ou 31) – aposte no polvo grelhado (R$ 135; 150g), que chega à mesa com batatinhas ao murro e aïoli da casa.

Dani Neves/divulgação

As coffee parties estão na última moda. Nelas, que geralmente acontecem em cafeterias e, olhe só, no período matutino, saem de cena os drinques alcoólicos para dar lugar às bebidas com café; e as comidas, boa notícia, também estão inclusas nesse rolê.
Que tal surfar nessa onda para organizar a festa da firma esse ano? Confira, a seguir, cinco lugares onde as confraternizações matinais são muito bem-vindas.
Botanikafé | Al. Lorena, 1.765, Jardins
Esqueça as doses de tequila. Aqui o esquenta fica por conta dos “morning shots”, como o de carvão ativado e spirulina, que além de digestivos, termogênicos e desintoxicantes, não dão ressaca no dia seguinte. Com o mote “brunch all day”, a casa serve toasts, ovos, sanduíches e pães de queijo recheados durante todo o dia. Mas há, ainda, outro trunfo que garante a sua presença nesse roteiro: o salão espaçoso e repleto de plantas, que é cenário perfeito para uma confraternização matinal. Grupos com menos de 20 pessoas podem reservar uma mesa através do site (https://www.botanikafe.com/reservas) e desfrutar do caprichado menu à la carte, que sugere pedidas como a tostada de salmão defumado com molho hollandaise e ovas de tobiko (R$ 65). Dá também para optar por um evento fechado com brunch personalizado a partir de R$ 200 por pessoa – nesse caso, é preciso locar o espaço (R$ 2 mil) e ter um mínimo de 20 pagantes.

Joya Boulangerie | R. Fradique Coutinho, 1.406, Pinheiros
Uma casa que se orgulha de ser worker friendly, ostentando sua internet por satélite, suas tomadas estrategicamente localizadas e, claro, seu café de qualidade, não ia fechar as portas para uma festa (matinal ainda!) da firma, né?! Pois aqui, dá para reservar o salão interno para até 30 pessoas, o jardim, na área externa, para até 20 pessoas, e o mezanino até 12 pessoas. Também é possível reservar todo o espaço para grupos a partir de 30 a 95 pessoas. O cardápio pode ser aberto, com as opções corriqueiras da casa – destaque para a tartine integral com creme de avocado, tomate assado, bacon crocante, ovo perfeito e folhas de agrião (R$ 40) e para o sanduíche de rosbife com aïoli, óleo de cebolinha e salsa criola no croissant (R$ 55) – ou fechado (a partir de R$ 2.373, no mezanino, para 12 pessoas).

Le Jazz Boulangerie | R. Joaquim Antunes, 501, Pinheiros
Festa da firma matinal e com sotaque francês, por que não?! A padaria franco-paulistana do grupo Le Jazz tem um belo salão – banhado de luz natural e cercado por verde – reservado para eventos. Há diferentes opções de menus fechados, que podem custar de R$ 110 a R$ 350 por pessoa (mais 13% de serviço). A versão mais em conta, batizada de Coffee Break, tem pedidas como minipão de queijo, pain aux chocolat, bolo de laranja ou chocolate, suco, café, leite (integral ou vegetal) e água com ou sem gás. Já a mais completa tem quiche, tortas, mini misto quente no brioche, minitartine de avocado, éclair de baunilha e de chocolate, pain aux raisins, entre outras delícias. Grupos com mais de 25 pessoas não precisam pagar a locação do espaço (R$ 1.500); entre 13 e 25, o valor cai para R$ 750.

Mug.SP | R. Pamplona, 145, Cerqueira César
São cinco unidades em São Paulo – algumas, inclusive, localizadas em pontos estratégicos no universo empresarial –, mas se o assunto for festa da firma, a unidade da Pamplona – que ocupa um casarão histórico e tem uma baita área externa arborizada – dá de dez a zero nas demais. Há três opções de menu fechado, para um mínimo de 20 pessoas, que se encaixam numa confraternização matinal. Uma delas, em esquema de bufê, oferece, em 2h30 de serviço, minipão de queijo, ovos mexidos, bacon, mozzarela de búfala, cesta de pães, manteiga, frutas, geleia, iogurte grego, granola e bolo de cenoura, além de água, sucos, café coado e leite integral (R$ 150 por pessoa mais 13% de serviço). Para grupos menores, há taxa de reserva do espaço. Vai só você e os mais chegados? A casa também trabalha com reserva de mesa e opção de comanda individual para cada um pagar o seu sem o drama da conta gigantesca no final.

The Fresh Goodies | R. Lopes Neto, 15, Itaim Bibi
Festa da firma low carb, cetogênica ou plant based? Não necessariamente, mas, nesta casa, que é reduto dos adeptos de dietas restritivas, se assim quiser, pode – já que os menus para eventos são personalizados de acordo com as necessidades do cliente. Mas dá também para optar por um menu sugerido de brunch, digamos, mais eclético, que inclui pão de queijo tradicional e low carb, avocado toast, pizzetas variadas, minipanquecas, minichia pudding, minibolo de doce de leite, smoothies, sucos, café, entre outras pedidas. O pacote sai a R$ 220 por pessoa, com esquema de serviço volante. O restaurante também aceita reservas para grupos sem menu fechado.


Roteiro do Guia Caju lista destinos que garantem diversão além da boa gastronomia
Se você vive pedindo para sua equipe pensar fora da caixa, nada mais justo do que sair da mesmice também na hora de organizar a confraternização de fim de ano, não é?! Para não fazer feio com a equipe, confira, a seguir, um roteiro recheado de atrações originais voltadas para quem não se contenta em só comer e beber bem. Tem restaurante temático voltado ao universo geek, izakaya com karaokê, aula de yoga, de culinária…
Beco Hexagonal | Av. Pavão, 577, Moema
Tem uma equipe geek ou, melhor ainda, potterhead? Então você acaba de encontrar o lugar perfeito para organizar a confraternização de fim de ano da empresa. Inspirado nos sete romances de J.K. Rowling, o restaurante tem salões temáticos, como a estufa de herbologia e o expresso de Hogwarts, onde você pode reservar uma mesa para até seis pessoas. Logo na entrada, os visitantes recebem uma varinha mágica que serve tanto para esconjurar feitiços como para fazer os pedidos. Para comer, peça uma pastrami fries (R$ 39), batata frita com pastrami desfiado e sour cream, para abrir os trabalhos. Como principal, há hambúrgueres como o Comensal (R$ 52,90), hambúrguer, american cheese, cebola crispy, bacon, alface, tomate e molho ranch, e pratos, como o Caliope (R$ 74,90), costela prensada defumada com aligot, farofa de alho e bacon e molho demi-glace. Para beber, há opção com e sem álcool da famosa cerveja amanteigada.

Estela Passoni | R. Joaquim Antunes, 621, Pinheiros
Depois de um ano intenso de trabalho, que tal organizar uma confraternização diferente, com direito à yoga e comida boa e saudável, nesse cantinho “wellness” de Pinheiros? As aulas (R$ 60 por pessoa) ocorrem todas as segundas e quartas, das 18h às 19h e das 19h30 às 20h30. Dá para chegar só para a aula ou ir mais cedo para fazer um lanchinho antes (a cozinha aceita pedidos até as 16h). Entre as pedidas, destaque para o iogurte com matcha, banana, granola, chips de coco, semente de girassol, semente de abóbora, linhaça e chia (R$ 28), para a toast de abacate com pedacinhos de queijo de cabra, manjericão e chia (R$ 32) e para a panqueca de banana e aveia finalizada com mel e morango (R$ 30). Quer energia para a aula? Peça um smoothie de café espresso, pasta de amendoim, cacau, banana e leite vegetal (R$ 33).

Kinboshi Izakaya| Rua Coronel Oscar Porto, 319, Paraíso
Se é verdade que quem canta seus males espanta, então marcar a confraternização de fim de ano num karaokê é, além de divertido, uma oportunidade de deixar a urucubaca para trás para iniciar os projetos de 2026 com o pé-direito. Portanto, se o local escolhido for este discreto izakaya na região do Paraíso, não deixe de reservar uma das salas privativas do segundo andar (R$ 35 por pessoa) para garantir a cantoria até as 23h. Quando bater a fome, peça um katsu sando (R$ 35), sanduíche de lombo suíno empanado com shissô e mostarda de Dijon, ou uma porção de gyutan (R$ 35), lingua bovina grelhada, que é um dos carros-chefes da casa. Reservas pelo WhatsApp (11-98851-5059).
Sassá Sushi | Av. Horácio Lafer, 640, Itaim Bibi
Que tal promover a confraternização da equipe numa aula de culinária japonesa na cozinha experimental do Sassá Sushi? Na experiência imersiva (a partir de R$ 500 por pessoa), voltada para grupos de até 14 pessoas, cada aluno prepara as nove etapas do menu, que será degustado na ocasião. E quem ensina o passo a passo de pedidas como o niguiri de vieira e o baterá de haddock defumado é o chef Alexandre Saber – o mestre Sassá, para os mais chegados. Cada etapa pode, ainda, ser harmonizada com vinhos, espumantes ou drinques. Mais informações do site do restaurante: https://www.sassasushi.com.br/eventos-corporativos

Taverna Medieval | R. Gandavo, 456, Vila Clementino
Sua equipe curte o universo dos vikings, guerreiros, reis e criaturas mágicas? Então considere marcar a confraternização de fim de ano nessa hamburgueria temática, que tem até arco e flecha entre as atrações. Os diferentes salões têm inspiração medieval: dá para reservar mesa na área nórdica, na masmorra, no mercado e no barco viking – nesse caso o grupo deve ter de 10 a 14 pessoas. No cardápio, destaque para a Bruxa do Crepúsculo (R$ 42), que combina hambúrguer smash, cebola caramelizada, queijo prato, molho de alho negro, alho-poró crispy e maionese no pão de brioche, e para O Bárbaro (R$ 57), montado com hambúrguer de javali, queijo caciocavallo, rúcula e relish de pimentão vermelho defumado. Entre as poções alcoólicas, o refrescante Elixir da Mata (R$ 36) é preparado com xarope de jabuticaba, club soda, suco de limão, melado de cana, vodca, alecrim e cana de açúcar para decorar. Atenção: atendimento apenas sob reserva.


Seleção do Guia Caju traz restaurantes e bares com propostas diferentes para a confraternização de fim de ano
O ano de 2026 já bate à porta, é verdade, mas há ainda uma importante tarefa a ser cumprida – talvez a única possível daqui até lá: organizar a confraternização da equipe do trabalho. Se cabe a você a realização desse projeto, confira o roteiro do Guia Caju, que lista cinco bares e restaurantes localizados na região central da cidade, com diferentes propostas de celebração e faixas de preço.
Bagaceira | R. Frederico Abranches, 197, Vila Buarque
Essa dica é para quem gosta mesmo da bagaceira (no melhor sentido da palavra) e faz questão de uma botecagem raiz até na confraternização da empresa. Sem firulas, a clientela divide o espaço do salão com caixas de cerveja e geladeiras, acomodada nas populares mesas de alumínio. No cardápio, há beliscos clássicos, com o toque de chef de Thiago Maeda. Destaque para o bolovo de copa lombo e morcilla (R$ 23), para a costelinha de porco no missô (R$ 48) e para o croquete de milho com massa de batata e queijo Figueira, servido com catchup de curry (R$ 42, cinco unidades). Para beber, as cervejas de garrafa (a partir de R$ 18) e o chope claro estão sempre trincando, mas os drinques de Thiago Pereira, como o Caja Sour (R$ 33), cachaça de jambu, purê de cajá, calda de hortelã e cítricos, também são ótima pedida.

Bar da Dona Onça | Av. Ipiranga, 200, Centro
Nada como marcar a confraternização de fim de ano sob as curvas do icônico edifício Copan, neste bar que é reduto da boemia paulistana. No menu da chef Janaina Torres, há coxinhas de galinha caipira (R$ 46, quatro unidades), croquetes de carne de panela (R$ 76, seis unidades), linguiça de porco artesanal com vinagrete e pão francês (R$ 83). Entre os ensopadinhos para chuchar o pão, que também são bons para colocar no centro da mesa e compartilhar, as moelinhas de frango, com tomate, cheiro verde e pimenta biquinho (R$ 75) são boa pedida. Para molhar o bico, escolha entre as caipirinhas e o clássico Caju Amigo (R$ 48), com a compota da nossa fruta preferida e cachaça. Empresas que preferirem fechar um pacote no espaço exclusivo para confraternizações (para até 30 pessoas) podem fazê-lo a partir de R$ 180 por pessoa.

Cordial | R. Epitácio Pessoa, 32, Campos Elíseos
Parece um boteco como outro qualquer, mas além do chope bem tirado e do clima informalidade, que transborda os limites do salão e invade a calçada, casa tem um zap escondido na manga, ou melhor, na carta de drinques, que é assinada por Gabriel Santana, premiado bartender, que também está à frente do Santana Bar. Nessa pegada, dá para brindar as conquistas da equipe no ano com o Camadas (R$ 29), que combina gim, pimentão vermelho, baunilha, limão-siciliano e pêssego, ou com o Espírito do Vale (R$ 29), que leva rum, açaí, banana, vermute tinto, iogurte de coco e limão-siciliano. Para comer, escolha entre sanduíches – o de pernil desfiado é incrementado com vinagrete e queijo (R$ 35) – e os bolinhos do bar Moela, como o de joelho de porco (R$ 14), com abóbora, mostarda escura e picles de jalapeño.

Veridiana | R. Dona Veridiana, 661, Higienópolis
Marcar a confraternização de fim de ano nesta pizzaria é a prova de que, nem sempre, a expressão “acabar em pizza” significa algo ruim. Neste caso, aliás, muito pelo contrário. Na unidade de Higienópolis, dá para reservar fechar o espaço da adega para grupos de até 23 pessoas, com pacotes a partir de R$ 230, com entradas, pizzas, sobremesas e bebidas inclusas. Para uma celebração mais informal, basta reservar uma das mesas do salão e desfrutar do menu à la carte, que tem redondas como a Burrata Al Pesto (R$ 139), coberta com muçarela de búfala cremosa, tomates frescos em cubos e pesto de manjericão, e a Pancetta al Mascarpone (R$ 142), com pancetta artesanal, queijo mascarpone e pinoli sobre molho de tomates frescos.

Trilha Fermentaria | R. Cônego Vicente Miguel Marino, 390 , Barra Funda
A cervejaria paulistana, que se orgulha de suas receitas “fora do comum”, tem um espaçoso galpão na Barra Funda, que é boa alternativa para marcar a confraternização de fim de ano. Tido como um lugar de fermentação, oferece, além das cervejas, opções de comes fermentados, com destaque para as pizzas. Entre as coberturas, a Alho e Mantiqueira (R$ 45) tem base branca (sem molho de tomate) e queijo Mantiqueira, pasta de alho e alho frito na cobertura; já a Pastrami (R$ 50) leva molho de tomate, muçarela, pastrami e mostarda fermentada na casa. Grupos a partir de 30 pessoas podem aderir aos pacotes fechados, com menu especial. Por R$ 250 por pessoa (mais 13% de serviço), dá para garantir open chope para a equipe, com cinco opções à vontade, por quatro horas de serviço.


Banda ao vivo e sala de audição são destaque no roteiro voltado para confraternizações de fim de ano
Apresentações musicais mudam o astral de qualquer celebração, convenhamos. Quando o cantor ou a banda acertam o tom e o repertório, o happy hour ganha logo um clima de festa – se bobear, tem até quem saia da mesa para arriscar um passinho, tendo o espaço uma pista de dança ou não. E já que estamos todos às voltas com as confraternizações de fim de ano, confira a seleção do Guia Caju de bons lugares para comer, beber, escutar.
Escarcéu | R. Santa Isabel, 149, Vila Buarque
Não tem erro: cerveja de garrafa (600 ml) gelada, bons drinques, ótimos salgados de estufa e roda de samba to-do-dia. Conforme o clima esquenta, as mesas saem de cena no salão para dar mais espaço à freguesia com samba no pé nesse bar na Vila Buarque. Para forrar a barriga, peça o bolinho de carne da vó Di (R$ 37, quatro unidades), sequinho por fora e cremoso por dentro, a coxinha de pastrami (R$ 19), que é frita na hora, ou a empadinha de camarão (R$ 15). Entre os drinques, tem ele, que é o nosso preferido: Caju Amigo (R$ 33), com cachaça Seu Jácomo Prata, compota de caju e suco de limão. #DicadoGuiaCaju: no Instagram do bar, o post de programação da semana mostra os grupos que vão tocar em cada dia e as promoções etílicas em cartaz, como chope em dobro ou caipirinha com 50% de desconto.

Fazenda Churrascada | Av. Morumbi, 5.594, Morumbi
Quem acha que churrasco e sertanejo têm tudo a ver vai gostar de saber que a programação musical do restaurante, cercado de verde no Morumbi, é forrada de apresentações desse estilo, assim como country, folk e blues em algumas noites da semana – a agenda de shows está disponível no Instagram (@fazendachurrascada). Quem não quiser partir para o churrasco de cara, pode enganar a fome com os bolinhos de costela defumada, que chega à mesa com molho barbecue de Jack Daniel’s e mostarda (R$ 38, seis unidades) ou com batata frita coberta com creme de queijo e costelinha suína defumada e desfiada. A porção de linguiça cuiabana (R$ 49; 350g) também é boa para colocar no centro da mesa e compartilhar. Para beber, há cervejas de garrafa (600 ml), diferentes rótulos de chope e drinques.

Feirinha | Rua Cavazzola, 92, Vila Olímpia
No coração financeiro da cidade, mas nem parece. Instalado numa vilinha próxima das avenidas Faria Lima e Hélio Pellegrino, tem salão a céu aberto, cadeiras de praia espalhadas pelo espaço, baldinhos de cerveja e música ao vivo de quarta a domingo. Brasilidades a cargo de bandas e DJs dão o tom da programação, disponível no Instagram da casa. Para comer, a porção de minipastéis de feira pode vir com dois sabores à escolha (R$ 40, oito unidades de carne e queijo). Entre os drinques da casa, destaque para o Caju, Meu Parça (R$ 36), que combina a nossa fruta preferida com dois limões, xarope de gengibre e mel e vodca.

Tatu Bola | R. Emília Marengo, 534, Tatuapé
Pagode, samba, sertanejo e outras brasilidades marcam a programação musical do bar, que tem shows de terça a domingo, na unidade do Tatuapé (a agenda das atrações está disponível no site). Para comer, há petiscos como o croquete de barriga de porco curada (R$ 34,90, quatro unidades) e o pastel de Catupiry com alho (R$ 40,90, quatro unidades). Na ala das bebidas, destaque para as cervejas de garrafa (600 ml; a partir de R$ 20,90) e para as caipirinhas, como a Tatu Grape (a partir de R$ 34,90), com uvas itália e niágara e hortelã. Para empresas, o bar oferece três opções de pacotes, com quatro horas de serviço. O mais em conta, a R$ 230 por pessoa, oferece petiscos tradicionais, como pastel, croquete de costela e pizza marguerita, acompanhados de chope Brahma, caipirinhas e cervejas nacionais.

Terraço Notiê | R. Formosa, 157, Centro HIstórico de São Paulo (acesso pelo subsolo do shopping Light)
Em nova fase, o descolado restaurante instalado no topo do shopping Light, no centrão de São Paulo, é também um bar e uma sala de música, dotada de uma caprichada seleção de discos de vinil. Você escolhe a bolacha da vez e Ivisson Cardoso, curador musical do espaço, não só põe para tocar, como promove uma audição guiada do álbum. Dá para chegar de mansinho, sem alarde, se a equipe for pequena, ou fechar logo o espaço para 30 pessoas (para grupos maiores, é possível estender o evento para o terraço. O menu, assinado pelo chef Onildo Rocha, é focado em petiscos caprichados: tem pastel de queijos brasileiros (R$ 46, quatro unidades), croquete de costela (R$ 52, quatro unidades), minihambúrguer de camarão e porco (R$ 68), crudo de atum (R$ 54), entre outras pedidas. A carta de drinques está sob os cuidados de Ricardo Miyazaki. Reservas pelo Whatsapp (11-92044-5601).

Dica do Guia Caju
É festa que vocês querem? Então fiquem de olho na programação do espaço de eventos do Edifício Martinelli, que tem diversas atrações até o final do ano E a melhor notícia é que, além de música e bebida, a comida é garantida pelo empório de pizzas artesanais Di Bari Mercato. No cardápio, a pizza que leva o nome do edifício é coberta com queijo, mortadela e raspas de limão-siciliano (R$ 39).

Seleção do Guia Caju traz restaurantes e bares com propostas diferentes para a confraternização de fim de ano
Se a festa de fim de ano da firma ainda permanece indefinida, é bom resolver essa questão ASAP (as soon as possible), como se diz no bom corporativês. Com pouco mais de um mês para acabar o ano, a agenda de restaurantes e bares onde é possível realizar esse tipo de evento está bem concorrida – e nada como uma celebração em equipe para melhorar o clima organizacional, não é mesmo?!
Para ajudar nessa derradeira entrega de 2025, selecionamos seis lugares com diferentes propostas e faixas de preço. Quem sabe uma delas não tem a cara da sua equipe?
A Casa da Esquina | R. Vupabussu, 329, Pinheiros
Coxinhas de rabada (R$ 52, seis unidades), bolinhos de tapioca com carne de sol na nata (R$ 52, seis unidades) e drinques como o Coentro, tô dentro (R$ 42), com tequila, pimenta-de-cheiro, coentro e limão, dão o tom desse charmoso bar de esquina de alma brasileira, que tem cozinha comandada pela chef Giovanna Grossi e coquetelaria assinada por Pedro Piton. Com dois andares e uma área externa, o espaço permite diferentes tipos de celebração: no térreo, dá para reservar mesas para grupos e apostar no serviço à la carte (com a vantagem de poder optar pela comanda individual); já no andar de cima, há uma sala reservada para grupos de 15 a 25 pessoas, com menus de mordidas e de goles a partir de R$ 150. Reservas pelo número: (11) 98705-9388.

Gael | R. Ferreira de Araújo, 322, Pinheiros
Uma casinha agradável, com mesas espalhadas no jardim aos fundos, formam um ambiente propício a confraternizações. Grupos de até 30 pessoas podem desfrutar de um cardápio eclético, que abarca massas, hambúrguer, pizzas e até sushis. Para compartilhar no centro da mesa, há porções como a de bolinhos de arroz com muçarela (R$ 71, 12 unidades) e de dadinhos de tapioca com geleia de pimenta (R$ 59, aproximadamente 13 unidades). A tábua de charcutaria, composta por mix de queijos, embutidos, castanha e frutas sai por R$ 289 para seis pessoas. Para beber, destaque para a carta de cervejas (a partir de R$ 19) e para as opções de drinques sem álcool, como o Cítrico (R$ 29), com morango, suco de limão, suco de tangerina, água com gás, xarope de gengibre. Também é possível fechar um pacote, com menu especial – o valor varia de acordo com as preferências da reserva.

Moela | R. Cardeal Arcoverde, 2.320, Pinheiros
É botecagem raiz que vocês querem? Então considere reunir a turma no Moela de Pinheiros, ali pertinho da Faria Lima (há outra unidade na Santa Cecília), que tem mesas na calçada, cerveja de garrafa (600 ml) e um balcão de acepipes de respeito, onde reina a moela ao molho (R$ 35 a porção), ao lado de outras delícias como a berinjiló (R$ 20). Os bolinhos fritos também são ótima pedida por lá, destaque para o de milho com gorgonzola (R$ 13, a unidade) e para o bolovo de rabada (R$ 25, a unidade). Prefere drinques a cervejas? Então prove um Chá com gim (R$ 35), que combina o destilado com chá-mate, xarope de capim-santo, mel e limão.

São Conrado Bar | R. Aspicuelta, 51, Pinheiros
O bar que já é destino da galera que sai do trabalho direto para o happy hour tem pacote especial de confraternização de fim de ano. Voltado para grupos de, no mínimo, dez pessoas, custa R$ 280 por cabeça (na unidade do Itaim Bibi o valor sobe para R$ 330) por quatro horas de evento, e inclui bebidas à vontade (água com e sem gás, refrigerantes, sucos, chopes, cervejas, caipirinhas e outros drinques). Para comer, é possível escolher cinco petiscos de uma lista pré-definida. Entre as opções, aparecem bolinhos de bacalhau e de costela, minicoxinha recheada, tostada caprese e mini-hambúrguer. Reservas devem ser feitas por email (contato@gruposaints.com.br).

Tank Brewpub | Rua Amaro Cavalheiro, 45, Pinheiros
Imagine levar a festa da firma para dentro da fábrica de uma cervejaria artesanal. Pois é exatamente isso o que a Tank Brewpub propõe para grupos de seis a 12 pessoas, mediante reserva antecipada (com pagamento de R$ 120 por pessoa, revertidos em consumação no dia do evento). Há também a opção de um pacote mais completo (R$ 550 em média), que inclui aula de degustação com mestre cervejeiro, menu harmonizado com as cervejas da casa (entrada, prato principal e sobremesa) e a possibilidade de tirar uma cerveja diretamente do tanque. As celebrações podem ocorrer de segunda a sexta-feira, das 19h às 21h. Reservas pelo Whatsapp (11-93208-2352).

Tantin | R. dos Pinheiros, 987, Pinheiros
Um lugar para confraternizar com a galera, longe dos perigos do corporativês, com direito a mesas na calçada, cerveja de garrafa (600 ml; a partir de R$ 18) e copo americano. Essa é a proposta do Tantin, que ainda tem um cardápio caprichado de beliscos “para encher o buchin”. O frango frito à little bird (R$ 52), tulipinhas marinadas e fritas, finalizadas com alho frito e cebolinha, e a mandioca frita temperada com lemon pepper com provolone à milanesa (R$ 30) são exemplos do que pode aparecer no cardápio. Entre as opções de drinques, o A Mula (R$ 36), versão tupiniquim do moscow mule, combina cachaça da casa, suco de limão, gengibre, xarope e espuma de caju.


Seleção do Guia Caju traz cinco restaurantes e bares com propostas diferentes para a confraternização de fim de ano
O ano praticamente acabou e depois de tantos feedbacks, KPIs e reuniões (intermináveis) que poderiam ter sido um email, nada mais justo do que reunir a equipe para confraternizar. Se você ficou responsável pela organização da festa, confira a seguir cinco sugestões de bares e restaurantes com pacotes especiais na região da Faria Lima. São propostas de programas diferentes, com faixas de preço distintas, para você escolher aquela que tem a cara da firma.
Amargot Bar | R. Prof. Atilio Innocenti, 229, Itaim Bibi
Ideal para quem busca um ambiente descontraído – e não faz questão de se acomodar numa mesa no salão –, o happy hour do Amargot extravasa os limites do bar e invade a calçada. A clientela vai em busca de drinques como o Cajuzinho (alô, Caju!), que combina Campari, erva-cidreira, vermouth rosso e chardonnay fermentado com caju (R$ 36). Entre as pedidas sem álcool, o Perigosinho (R$ 25) leva suco de limão-siciliano, xarope de manga e gingerbread. Para comer, há porções como a de bolinho de costela (R$ 42, seis unidades) e pizzas, como a de queijos da queijaria Pé do Morro (quina, grano e sol) e cebolas tostadas com mel (R$ 69).

Banzeiro | Rua Tabapuã, 830, Itaim Bibi
Se a ideia for “tomar um tacacá, dançar, curtir, ficar de boa” na confraternização da firma – e sem sair de São Paulo –, o novo espaço para grupos da casa do chef Felipe Schaedler é uma boa alternativa. Nele, cabem 46 pessoas sentadas, que podem desfrutar de um menu fechado, que inclui amüse-bouche, entrada, prato principal, sobremesa e bebidas não-alcoólicas (R$ 295), ou optar pelo menu à la carte. Há, ainda, a possibilidade de montar um coquetel personalizado, conforme as necessidades do grupo, ou solicitar comandas individuais se a celebração for no esquema “cada um paga o seu”. As confraternizações podem ser realizadas de segunda a sábado, no almoço ou no jantar, mediante reserva antecipada via WhatsApp (11-93235-7003), telefone (11-2501-4777) ou e-mail (banzeirosp@grupobanzeiro.com.br).

Pirajá | Av. Brigadeiro Faria Lima, 64, Pinheiros
É claro que a “esquina mais carioca de São Paulo”, fincada, por acaso, ali no comecinho da Faria Lima, não poderia ficar de fora dessa lista. Com o melhor da botecagem – e do samba na caixa –, o bar oferece pacotes para o mínimo de 16 pessoas, que variam entre R$ 205 e R$ 320 por cabeça, por quatro horas de evento. É possível personalizar o serviço ou optar por sugestões de menus prontas, que contemplam petiscos, os famosos bolinhos da casa, pratos, chopes e, claro, as caipirinhas. Para grupos grandes, cheque a possibilidade de reservar a charmosa laje, que fica no andar de cima.

Pitico | R. Guaicuí, 61, Pinheiros
Instalado num antigo estacionamento da Guaicuí, uma ruazinha badalada de Pinheiros, o Pitico tem ambiente despojado, parte dele ao ar livre, e convidativo para turmas animadas, que buscam uma confraternização sem firulas. Comidinhas caprichadas, drinques autorais e cerveja gelada dão o tom do programa. Entre as pedidas para compartilhar, destaque para o homus com costela assada na cerveja preta (R$ 55) e para a lula à dorê (R$ 28), que faz tabela com a maionese incrementada com geleia de figo. Para molhar o bico, peça um Jambu Sour (R$ 35), com cachaça de jambu e sucos de abacaxi e de limão-siciliano. No happy hour, o combo da onça sai por R$ 50 (pegou a referência?). Ele inclui uma pizza (ou pitica no vocabulário do bar) e um drinque. A kimcheese, por exemplo, é coberta com molho de tomate, muçarela e kimchi.

Varanda D.inner | R. Prudente Correia, 432, Itaim Bibi
Se você está pensando em reunir a equipe na casa do chef Fábio Lazzarini no final do ano, saiba que é possível aproveitar a sala privativa do restaurante, com capacidade para 60 pessoas, ou mesmo reservar mesas, para saborear o menu-degustação. Com sete etapas, inclui pratos e cortes que fazem jus à fama do Varanda, como a picanha com farofa de banana e noz-pecã caramelizada, vinagrete de feijão-manteiga com caju e demi-glace com tucupi, a R$ 280 por pessoa. Para acompanhar, há sugestões de mais de 250 rótulos de vinhos na carta, com valores a partir de R$ 86. Resevas podem ser feitas por telefone (11-99888-7729) ou pelo site.


Seleção do Guia Caju traz cinco restaurantes e bares com propostas diferentes para a confraternização de fim de ano
Com pouco mais de um mês para o ano acabar, é bom se apressar se a confraternização de fim de ano da equipe ainda não está definida – logo, logo vai ficar impossível encontrar um lugar bacana com datas e horários disponíveis para reserva. Confira a seguir cinco lugares indicados pelo Guia Caju, que oferecem pacotes especiais e/ou salas privativas e/ou opção de trabalhar com comanda individual na região da avenida Paulista. São propostas diferentes, para você escolher a que mais tem a cara do seu time.
A Casa de Antonia | Conjunto Nacional - av. Paulista 2.073, Jardins
Pela localização estratégica, salão espaçoso e cardápio eclético, com pratos que transitam do café da manhã ao jantar, o restaurante da chef Andrea Vieira é, sem esforço, um bom lugar para confraternizar. Mas há, ainda, outras vantagens, como a flexibilidade de horário – com duração de três horas, o evento pode ocorrer de segunda a sábado, durante o funcionamento da casa – e a possibilidade de optar por um ambiente privado – a sala Sabores tem 30 m² e comporta até 20 pessoas, e a Sala Descobertas, 35m² para até 32 pessoas. O menu também pode ser personalizado, com pratos como a moqueca de pupunha e a pot pie de carne em cervejas artesanais, ou, no caso de uma comemoração no estilo happy hour, entram em cena croquetes, mil-folhas de batata com mignon curado, coquetéis autorais e por aí vai. O preço por pessoa é a partir de R$ 175 (couvert, entrada, prato e sobremesa).

Bráz Trattoria | Al. Ministro Rocha Azevedo, 72, Bela Vista
Para grupos de no mínimo 20 pessoas, essa casa de cozinha italiana moderna e descontraída oferece pacotes caprichados, que custam entre R$ 209 a R$ 299 por cabeça, dependendo das bebidas escolhidas. O cardápio de comes lista entradas como arancini e polenta crocante; pratos principais, como pappardelle com ragu de costela, ou pizzas individuais; e sobremesas. O evento tem duração de três horas e o pagamento deve ser feito em duas etapas (50% antecipado e o restante ao final do evento). Há outra unidade em Pinheiros.

Eu Tu Eles | Al. Joaquim Eugênio de Lima, 612, Jardim Paulista
Petiscos, chope gelado e pista animada. Instalado numa travessa da avenida Paulista, esse bar, que trabalha com comandas individuais, é uma boa alternativa para confraternizações no estilo “cada um paga o seu” (mas há também pacotes especiais voltados para empresas). No salão interno, com música ao vivo, ou na varanda ao ar livre, peça algumas porções para compartilhar no centro da mesa, como a de almofadinha de carne seca com Catupiry (R$ 40,90, quatro unidades) e a de pastel de costela (R$ 42,90, quatro unidades). O cardápio tem também sanduíches, pizzas e pratos. Para acompanhar, escolha entre as opções de chope ou drinques da casa, com e sem álcool – o Cajuzinho (R$ 31,50), com suco de limão, água de coco, caju e espuma de gengibre, é uma das pedidas.

O’Mailey’s Bar | Al. Itu, 1.529, Jardim Paulista
Pertinho da Paulista, esse pub é o lugar ideal para turmas animadas que gostam de esticar a noite. Com programação musical todos os dias da semana, ele fica aberto até altas horas – inclusive às segundas-feiras, quando fecha às 2h30. São vários ambientes: quem dispensa a pista embalada geralmente por shows de rock e pop rock, pode se refugiar em ambientes mais tranquilos, como a sala com mesas de bilhar. O cardápio de comer é extenso e lista de hambúrguer a pad thai (R$ 41), que combina noodles de arroz com repolho, pimentão, pimenta seca, castanhas, ovo mexido, cebola e especiarias tailandesas. Antes de escolher a bebida, bata o olho na seleção de cervejas on tap, que costuma ser caprichada.

QT Pizza Bar | Al. Ministro Rocha Azevedo, 1.096, Cerqueira César
O expediente vai acabar em (boa) pizza na casa do pizzaiolo Matheus Ramos, que faz redondas de fermentação natural, cobertas com queijos artesanais brasileiros e outros ingredientes de pequenos produtos locais. A Ácida (R$ 65), por exemplo, combina molho de tomate, fior di latte, queijo da serra da Canastra do Onésio e vinagre de jerez. No espaço externo com teto retrátil, é possível fazer reserva para grupos maiores, com serviço de comanda individual ou pacotes personalizados, a partir de R$ 95 por pessoa, que podem até três diferentes sabores de pizza, entradas e sobremesa. Bebidas são cobradas à parte.
